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19 de março de 2026

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“Não podemos aceitar com que o Governo Federal acabe com essas escolas”

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O fim do Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares (Pecim), anunciado pelo Governo Federal, causou reação no Congresso Nacional, em Brasília-DF e chocou muitos deputados federais, entre eles o deputado Fernando Máximo (União-RO) que tão logo recebeu a informação e, prontamente, protocolou um ofício ao Ministério da Educação pedindo para reconsiderar a decisão que extingue esta política pública.

De acordo com o deputado Fernando Máximo, este modelo educacional demonstrou importantes resultados para a promoção da disciplina, respeito, cidadania e senso de responsabilidade entre os estudantes da rede pública, principalmente em Rondônia, uma vez que tem proporcionado a combinação da expertise militar com a pedagogia tradicional a fim de transformar o ambiente escolar mais propício para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais que são fundamentais para a formação integral dos jovens. 

Além disso, as Escolas Militarizadas tem obtido uma melhoria do desempenho acadêmico dos estudantes, uma redução da evasão escolar e o aumento da participação dos pais na vida estudantil dos alunos.

Reclamação

“Nós não podemos aceitar com que o Governo Federal acabe com essas escolas. Eu estive em mais de 50 instituições de ensino nos últimos meses em Rondônia e a reclamação dos pais é de que nestas escolas há muita violência, uso de entorpecentes e relatos de professores agredidos psicológica e fisicamente. Por outro lado, nas escolas cívico-militares, o ambiente é completamente diferente, pois o ambiente é de paz, harmonia, tranquilidade, sem circulação de entorpecentes e não há relatos de professores vítimas de agressão”, afirma o parlamentar.

Aprimoramento

Na opinião de Máximo, é preciso que haja um amplo diálogo para que se aprimore o sistema de educação, além de destacar os pontos positivos desse modelo educacional e os impactos benéficos na sociedade. “No Estado de Rondônia, o governador Coronel Marcos Rocha disse que vai manter as escolas com recursos próprios. Ao invés de encerrar as atividades destas escolas, como o Governo Federal quer, nós temos que ampliar e aumentar essas instituições, não só em Rondônia como no Brasil inteiro”, avalia o deputado federal rondoniense.

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