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10 de fevereiro de 2026

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Meta: A gigante acorda para a ditadura das centrais de checagem

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Após as eleições de 2016, Mark Zuckerbergh estava alinhado com a caça às bruxas que ficou conhecida como uma espécie de “combate às fake news”. A utilização de outras redes sociais para impulsionar notícias ligadas à política parecia incomodar o dono do Facebook. Isso, porque dois anos após ter comprado o Whatsapp, Zuckerbergh não tinha o controle dos impulsionamentos feitos no zap por empresas obscuras sediadas por todos os cantos do planeta.
Demonizar o conteúdo transmitido pelo “zap” não afetava o canal em si. E fazer isso tornou o Facebook o canal oficial para impulsionamento de material político, aumentando a renda da Meta.
Acontece que para trilhar este caminho, o jovem bilionário teve que se perfilar com interesses muito obscuros. Cedeu à ideia absurda de “centrais de checagens” de informações que – no final das contas – atendem a grupos políticos e econômicos que nada têm de ingênuos.
A impressão que temos é que Elon Musk acordou mais cedo do frenesi do dinheiro fácil do “controle das fake news” e sacou que o caminho era perigoso e poderia ser sem volta, considerando quais grupos estariam mandando nas redes sociais globais e, por atacado, em bilhões de pessoas.

Mark Zuckerbergh acordou agora ou está dando um passo estrategicamente pensado.
Perfilando-se agora a Trump e Musk, o dono da Meta tem mais chances de enfrentar os tais tribunais secretos que estão se espalhando pelo planeta para controlar oposições políticas em favor de mega esquemas que podem abrigar desde corruptos, radicais religiosos ou narcotraficantes.

Um dos tais tribunais secretos – que de secreto não tem nada – parece ter anunciado via mensagem no anonimato que se a Meta agir como o X, receberá o mesmo tratamento.

A questão é que o buraco agora pode ser bem mais embaixo.

 

Por Robinson Pereira

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