Monitoramento Global de Poluição Aponta Qualidade do Ar Insalubre na Capital
A capital de Rondônia, Porto Velho, amanheceu sob uma densa camada de fumaça nesta quinta-feira (12). Um sobrevoo coordenado pela equipe da Rede Amazônica em parceria com o Greenpeace evidenciou que a visibilidade e a qualidade do ar foram seriamente prejudicadas tanto na zona urbana quanto na rural, em decorrência da fumaça oriunda de queimadas.
A plataforma global World Air Quality Index, responsável por monitorar os índices de poluição atmosférica, categorizou o ar na região de Porto Velho como insalubre, atribuindo tal condição à presença marcante de fumaça que caracteriza poluição atmosférica.
Dada a má qualidade do ar, recomenda-se que crianças, adultos e indivíduos com condições respiratórias preexistentes, tais como asma, minimizem esforços físicos ao ar livre. A exposição à fumaça das queimadas pode ser prejudicial à saúde, especialmente para aqueles com condições respiratórias crônicas, como asma, bronquite e outras doenças pulmonares. As partículas finas contidas na fumaça podem desencadear complicações respiratórias.
A incidência de fumaça em Porto Velho tem sido uma cena comum desde agosto, no entanto, a situação se agravou expressivamente em outubro, com a escalada de incêndios florestais em municípios adjacentes à capital e na região sul do Amazonas.











