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14 de março de 2026

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Mais de 400 casos de sífilis são notificados em Rondônia

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Mais de 430 casos de sífilis foram notificados em Rondônia só este ano, sendo a maioria em Porto Velho, segundo dados da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa). A sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST) que pode trazer complicações, principalmente em mulheres grávidas. O aumento no número de casos em todo o país vem alarmando as autoridades de saúde.

“Tem três fases. A sífilis tem a fase primária, onde ela é caracterizada por uma lesão, uma ferida com as bordas elevadas e o centro dela brilhoso, sem secreção nenhuma e ela não dói. A sífilis secundária já apresenta lesões na pele, na palma das mãos e na planta dos pés. Já a sífilis terciária, depois de alguns anos, já surge atingindo órgãos importantes no ser humano que compromete o cérebro, o coração e os ossos”, explica a técnica da Coordenação Estadual de DST, Francilene Alves.

Um dado que chama a atenção é o numero de mulheres grávidas com a doença: 396 casos foram notificados em todo 2018, uma média de 33 por mês. Este ano no primeiro semestre foram 207 registrados, uma média de 34,5 por mês.

Mais de 400 casos de sífilis foram registrados em Rondônia

Como consequência desses números, aumentou também a notificação de sífilis congênita, quando a doença é passada da mãe para o bebê. Para não transmitir a doença no útero, a mãe precisa passar por um tratamento.

A coordenadora técnica da Agevisa, Maria de Lourdes Silva, reitera que mesmo após o tratamento o bebe é acompanhado.

“Esse bebê precisa ser monitorado, ser acompanhado. As crianças nascidas no Hospital de Base são acompanhadas no ambulatório e também na atenção básica. O bebê precisa estar voltando para a atenção básica para ser acompanhado pela equipe”, diz.

Sem tratamento adequado na gravidez, o bebê pode apresentar complicações e nascer com a saúde comprometida.

Veja dados de casos notificados de sífilis em Porto Velho:
Adquirida – 146
Gestantes – 88
Congênita – 27

 

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