O eleitor progressista fica saltitando de felicidade quando vê notícias sobre resultado de pesquisa indicando Lula na frente do pleito de 2022. O que esse eleitor não percebe é que Lula não passa de uma grife ultrapassada que teima em se manter na moda.
Isso, porque para o eleitor progressista pouco importa se o PT se manteve no poder por quase 16 anos e deixou o país com a maioria dos problemas que vemos hoje.
Esse eleitor não pensa que se Lula tivesse alguma solução na manga, já teria usado lá atrás, quando era presidente e quando mandava no governo de Dilma Roussef.
O que importa para o eleitor progressista é que uma grife esteja no poder. E o que isso quer dizer?
Bem, isso quer dizer que para o eleitor progressista não interessam soluções, interessa discurso. Interessam cores de camisetas e bandeiras, interessa a sensação de ter um governo bonito, humanitário, descolado…. Mesmo que seja status, e não uma solução.
Os governos do PT entregaram em 2017 o desemprego na casa dos 14%.
Antes da pandemia, esse número havia caído para em torno de 11%.
Mas por que isso pouco importa para o eleitor progressista? Por que esse eleitor se importa tanto com “quem” esteja no poder, e não com “o quê” está sendo feito?
Podemos inverter o enfoque: o governo PT promoveu um verdadeiro ataque aos cofres públicos. Ainda hoje são feitos acordos de leniência e são devolvidos bilhões de reais que haviam sido roubados.
Não estariam sendo devolvidos se não tivessem sido roubados, certo?
Mas o que importa é o discurso. Exemplo disso é quando a Justiça do DF arquivou o processo do triplex, de Lula. Pouco importa que isso tenha ocorrido porque o crime prescreveu. Importa que foi arquivado, mesmo o crime não tendo deixado de existir.
No final das contas o eleitor progressista, é aquele consumidor que rejeita marcas que desrespeitam o meio ambiente ou exploram o trabalho infantil. Mas quando o assunto é Lula, apenas “passa pano”…








