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10 de março de 2026

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Levantamento aponta baixo risco para infestação do Aedes aegypti em Porto Velho

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Porto Velho apresenta baixo risco de infestação pelo mosquito Aedes aegypti. Foi o que apontou a terceira edição deste ano do Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRA’a), finalizado na segunda quinzena de agosto. O índice de infestação predial (IIP) pelo mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya foi de 0,7%, classificação considerada satisfatória, quando o IIP é inferior a 1%.

O LIRAa é um método de amostragem realizado pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), através do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) quatro vezes ao ano. O objetivo é mapear as regiões da cidade onde o mosquito está presente, auxiliando na implantação de estratégias para controle do vetor.

O trabalho busca identificar e analisar depósitos com condições para a proliferação do mosquito. Em Porto Velho, as equipes percorreram 68 bairros com 2.216 imóveis visitados. Lixo, recipientes plásticos e outros depósitos de armazenamento de água são criadouros predominantes para Aedes aegypti.

Dos 68 bairros visitados, em 21 foram identificados criadouros para a proliferação do mosquito, entre os que registraram maiores índices estão Mariana, Floresta, Castanheira, Caladinho e Tiradentes.

Infestação

Diretora do DVS, Geisa Brasil alerta que mesmo com baixo risco de infestação pelo mosquito Aedes aegypti, a população não deve relaxar com os cuidados. “As ações para eliminar o foco do mosquito devem ser mantidas durante todo o ano, inclusive no verão. Desta forma, quando o período chuvoso se intensificar, as chances de proliferação do mosquito são menores”. 

Casos – Dados do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) da Semusa apontam 935 casos confirmados de dengue em Porto Velho, de janeiro até 28 de agosto, 2 casos de chikungunya e 6 de zika. Durante todo o ano de 2022, foram 1.963 casos de dengue, 20 de chikungunya e 5 de zika.

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