No mês dedicado à mulher, a Corregedoria Geral da Justiça de Rondônia (CGJ-RO) destaca o papel fundamental das servidoras no Judiciário estadual. Atualmente, a CGJ conta com 758 mulheres atuando em diversas funções, número que corresponde a cerca de 54,38% do quadro de colaboradores.
Entre esses exemplos de dedicação, está Angelina Gomes, a servidora mais antiga do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) ainda em atividade. Desde os anos 1980, Angelina constrói sua trajetória no Judiciário, sendo um símbolo de força e contribuição das mulheres para o desenvolvimento da Justiça em Rondônia.
“O que mais me motiva a trabalhar nesta Corregedoria é colaborar com a implantação de métodos e ferramentas para melhorias da Justiça estadual, sempre procurando aperfeiçoar nosso trabalho com o objetivo de atender cada vez melhor a sociedade”, compartilhou Angelina.
As servidoras da CGJ desempenham funções variadas e estratégicas, assumindo cargos como oficiais de justiça, contadoras judiciais, psicólogas, assistentes sociais, conciliadoras, pedagogas, estagiárias, técnicas, diretoras e coordenadoras, entre outros. Essas profissionais são essenciais para garantir o bom funcionamento dos serviços judiciais e extrajudiciais oferecidos à população.
A juíza auxiliar da Corregedoria, Roberta Cristina Macedo, atua como magistrada há duas décadas, após ingressar na XVII Turma da Magistratura de Rondônia. Em entrevista, compartilhou o sentimento que impulsionou sua carreira: “Desde criança eu tinha um desejo muito forte de me tornar juíza, mas não sabia dizer o motivo. Hoje entendo que a motivação vem da vontade de tentar fazer Justiça, de ser útil à sociedade que nos acolhe”.
Segundo a juíza, o trabalho realizado pela Corregedoria é essencial para a sociedade, ao garantir o atendimento da população em todas as localidades do estado, além de assegurar a regularidade e funcionamento de outras atividades, como os cartórios extrajudiciais. “A Corregedoria tem ainda o papel de orientar juízes e fiscalizar atividades, contribuindo para a eficiência das instituições. E instituições fortes e eficientes são importantes para o cidadão, na garantia de seus direitos” comentou.
Assessoria de Comunicação Institucional
Fonte: TJRO [link original]










