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29 de novembro de 2025

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Jhony Paixão defende concessão de ato de bravura a dois PmS julgados por excesso em ação policial

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Na sessão plenária de quarta-feira o deputado Jhony Paixão (PRB) defendeu a aprovação de indicação de sua autoria solicitando concessão de ato de bravura a os cabos PM Hérik Henrique de Souza e Thiago Alves Toscano. Eles serão julgados pelo Tribunal do Júri por terem atirado em um homem que alvejou o próprio irmão no pescoço, com um tiro.

Jhony Paixão explicou que os PMs atenderam à ocorrência, e os tiros contra o infrator foram justificáveis: “Se ele atirou no pescoço do próprio irmão, imagine a reação contra a guarnição da PM. Um tiro não foi suficiente para contê-lo. O infrator avançou contra os policiais, disparando em direção a eles com a intenção única e exclusiva de matá-los. Foram necessários mais tiros. O cabo Toscano se identificou como policial e deu voz de prisão”.

O deputado levou até a tribuna um manequim, onde estavam marcados os pontos atingidos pelas balas. Ele explicou que os policiais são treinados para dar dois tiros seguidos. “Aconteceram três ações e seis disparos atingiram o infrator”, detalhou.

Conforme o parlamentar, os policiais foram acusados de excesso, devido à quantidade de disparos. “Vejam os locais onde os tiros atingiram o infrator, que também estava atirando”, citou, mostrando que somente um atingiu o tórax, especificando que a intenção era parar o atirador.

“O que fazer? Soltar pombinhas? Os seis tiros foram para conter o agressor. Vamos ter que mudar a maneira de agir, vamos ter que usar o Método Moçambique, onde se atira três vezes, dois disparos no peito e um na cabeça. Assim não há excessos”, disse Jhony Paixão.

Ele detalhou que agora os dois militares irão a julgamento no tribunal do júri: “Atirou no próprio irmão, causando paralisia corporal. Vários deputados já assinaram a indicação para que o Governo do Estado interceda junto ao Comando da PM quanto à concessão de ato de bravura aos policiais militares. Acredito que todos os meus colegas vão assinar”.