Teve início, na terça-feira (20), as ações de promoção do cuidado psicológico no sistema prisional do estado, em alusão à campanha Janeiro Branco, que tem como foco a saúde mental e o equilíbrio emocional de pessoas privadas de liberdade e servidores. A ação promovida pelo governo de Rondônia, foi realizada pela Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), e coordenada pelo Núcleo de Atenção às Mulheres Privadas de Liberdade e Egressas do Sistema Prisional, Grupos Específicos e População LGBTQIAP+ (Nuam), em parceria com o Núcleo de Atenção Religiosa (Nuar) e o Núcleo de Educação (Nuedu) que integram a Gerência de Reinserção Social (Geres).
A primeira atividade do ano foi realizada no Centro de Ressocialização Suely Maria Mendonça, em Porto Velho, programação esta, que seguirá ao longo do mês, alcançando diferentes públicos.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, os investimentos em saúde mental no sistema prisional são fundamentais para fortalecer as políticas públicas de ressocialização.
POLÍTICAS DE RESSOCIALIZAÇÃO
O Janeiro Branco é uma campanha nacional de conscientização que estimula a reflexão, o diálogo e a adoção de práticas voltadas ao cuidado contínuo com a saúde mental e emocional. No sistema prisional, a iniciativa contribui para o fortalecimento psicológico das pessoas privadas de liberdade, auxiliando no processo de carceragem e ressocialização.
Durante a campanha, as unidades prisionais recebem atividades de psicoeducação, oficinas lúdicas e palestras que abordam temas, como: saúde mental, saúde física e religiosidade.
A programação segue da seguinte forma:
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Penitenciária Estadual Suely Maria Mendonça – 20 e 27 de janeiro, das 8h30 às 11h, com previsão de participação de 100 reeducandas;
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Penitenciária Edvan Mariano Rosendo (Panda) – 21 e 28 de janeiro, das 9h às 11h, com previsão de participação de 15 reeducandos.
De acordo com o secretário da Sejus, Marcus Rito, as ações reforçam o compromisso com a humanização do sistema prisional. “A promoção da saúde mental é um instrumento essencial para a redução de conflitos, o fortalecimento emocional e a construção de um ambiente sólido para à ressocialização”, afirmou.
Com informações do Governo de Rondônia.










