Informação é com a gente!

30 de novembro de 2025

Informação é com a gente!

30 de novembro de 2025

Jair Montes destaca a necessidade de apoio a mães e pais que perderam filhos

peixe-post-madeirao
peixe-post-madeirao
Jornal Madeirão - 12 anos de notícias

Últimas notícias

08/10/2025
Aviso de licitação: Pregão eletrônico – licitação n. 90011/2025 – menor preço global
02/10/2025
Publicação legal: Termo de Homologação – Pregào 9009/2025
01/10/2025
Termo de Anulação – Processo Administrativo nº: 72868/2024
01/10/2025
Aviso de dispensa de licitação – PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº: 79818/2025
09/09/2025
Publicação legal: Aviso de reagendamento de licitação – 90010/2025
08/09/2025
Aviso de reagendamento de licitação – processo 72868/2024
01/09/2025
Aviso de reagendamento de licitação: processo administrativo 77824/2025
27/08/2025
Publicação Legal: Aviso de Licitação – Processo Administrativo Nº 72868/2024
27/08/2025
Publicação Legal: Aviso de Reagendamento de Licitação – Processo Administrativo Nº 77824/2025
25/08/2025
Publicação legal: Aviso de Reagendamento de Licitação Ampla Participação

O deputado estadual Jair Montes (Avante) se reuniu hoje (8) com a psicóloga Elizete Gonçalves e a advogada Tainá Amorim, envolvidas numa causa muito importante e pouco falada que é a humanização do luto materno e parental nos hospitais públicos e privados. Da conversa resultou o encaminhamento de proposta de projeto de lei que garanta acolhimento, humanização e reconhecimento do luto parental seja em qualquer período da gestação.

Montes, que já passou por esse luto ressaltou a importância do tema que precisa de visibilidade e respeito. O parlamentar destacou que uma audiência virtual precisa ser realizada com autoridades de diversas áreas e que vai levar a discussão para o plenário com os outros deputados.

“No estado já existe uma lei que trata da perda gestacional e diante do que me foi exposto nessa reunião e também movido pela perda que tive percebo a importância desse tema ter visibilidade. Uma mãe que perde um filho mesmo que seja uma gestação de poucas semanas ela passa por um luto e isso precisa ser falado e respeitado pela sociedade. ”

A psicóloga Elizete Gonçalves, também representante da ONG “Amada Helena” aborda o tema e evidencia a necessidade da qualificação dos profissionais da área de saúde para o acolhimento de pais e mães enlutados.

“Viemos com o deputado para que ele levante essa mobilização em torno da humanização do luto parental, quando uma mãe e um pai perdem um filho em qualquer idade no período gestacional isso gera uma dor que para a maioria dos pais não cessa. “A gente está pedindo que haja humanização e acolhimento e principalmente que tenha visibilidade esse luto que tem vários momentos não só social e psicológico. Muitas vezes esse pai ou essa mãe não tem direito nem de ter uma certidão de natimorto, isso é desrespeitoso com aquela que gerou, esperou e saiu do hospital sem esse bebê. ”

Já a advogada Tainá Amorim, que também representa o “Coletivo Direito de Nascer” chamou atenção para os casos de abortos espontâneos com fetos que tem menos de 500 gramas.

“ Um ser na barriga já é um agente de direito. Mas nos casos de falecimento intrauterino com fetos de até 500 gramas eles são considerados lixo hospitalar. No mesmo projeto pedimos que a questão da expedição da certidão de natimorto constando o nome escolhido pelos pais, dos pais e dos avós possa ser expedido. Que não seja atrelado apenas ao peso para ser considerado um natimorto por exemplo em caso de abortos espontâneos de fetos com menos de 500g.”