A reportagem obteve mais informações sobre a “Operação Erga Omnis” deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (22), em Monte Negro.
As investigações apontam que o policial penal (função popularmente conhecida como “agente penitenciário”), esteve em Monte Negro no dia do crime, inclusive utilizando um veículo de propriedade da sua esposa que é advogada, ambos são de Ariquemes, os nomes ainda não foram divulgados a fim de preservar as investigações que estão em curso.
Outra informação obtida pela reportagem foi de que a execução do crime pode ter sido planejada em Ariquemes, na casa do agente penitenciário, que está preso, as investigações continuam e novas prisões certamente vão ocorrer, resta aguardar o desfecho final para saber qual a motivação da morte de Tito, ou ainda se o crime foi “encomendado”.
O delegado João Gustavo, titular da Delegacia de Polícia Civil de Monte Negro, concedeu uma entrevista ao programa de TV Plantão de Polícia em Ariquemes e disse: “A maioria das armas encontradas na casa do investigado eram legalizadas, mesmo sendo policial penal, ele não tem o direito de ter arma ‘a torto e direita’, você tem que ter o porte, ele tinha porte e também é atirador esportivo, ele tinha muitas armas em casa, no entanto foram encontradas munições que por lei ele não poderia ter a posse, além do mandado de prisão pela investigação do homicídio do Tito, ele foi preso em flagrante por posse ilegal de munições, inclusive a de calibre 20”, disse o delegado.
“As investigações estão caminhando para chegar nos demais envolvidos neste crime, o nosso trabalho ainda não terminou, a execução foi cometida por duas pessoas, um conduziu a moto e o garupeiro efetuou os disparos. Não acabou, prendemos um! Pode ter dois, pode ter três.. … pode ter dez, não sei! Nós estamos investigando e não vamos parar”, destacou o delegado. Fonte: Rondoniavip










