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25 de janeiro de 2026

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INPC sobe para 3,9% e reajuste de aposentadorias pode ser menor que a inflação

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Aposentadorias: reajuste de 2025 pode ficar abaixo da inflação oficial, impactando o poder de compra dos segurados do INSS

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) fechou 2025 com alta de 3,90%, indicando que o reajuste das aposentadorias e pensões do INSS pagas acima do salário mínimo ficará abaixo da inflação oficial do país, que foi de 4,26% medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Essa diferença entre os dois indicadores sinaliza uma potencial perda de poder de compra para os segurados que recebem benefícios acima do piso nacional. A aplicação do reajuste, no entanto, está condicionada à publicação de uma portaria do governo federal no Diário Oficial da União (DOU), que oficializará os novos valores.

É importante ressaltar que os segurados que recebem o salário mínimo de benefício terão um reajuste automático, acompanhando a atualização do piso nacional. O novo valor do salário mínimo, de R$ 1.621, já está em vigor desde a última quinta-feira (1º).

Em dezembro, o INPC registrou alta de 0,21%, superando o resultado de novembro (0,03%) em 0,18 ponto percentual. Em dezembro de 2024, a taxa havia sido de 0,48%. No acumulado do ano, o INPC avançou 3,90%, um resultado 0,87 ponto percentual inferior aos 4,77% registrados em 2024.

A análise detalhada dos dados revela que os produtos alimentícios apresentaram aceleração, passando de uma queda de 0,06% em novembro para alta de 0,28% em dezembro. Já os itens não alimentícios tiveram variação de 0,19%, ante 0,06% no mês anterior. Entre as regiões pesquisadas, Porto Alegre registrou a maior variação (0,57%), influenciada pela alta da energia elétrica residencial (3,87%) e das carnes (2,04%). Curitiba, por outro lado, apresentou a menor variação (-0,22%), devido aos recuos da energia elétrica residencial (-3,23%) e das frutas (-4,82%).

Ao longo do ano, os preços dos produtos alimentícios subiram 2,63%, enquanto os não alimentícios tiveram alta de 4,32%. Em 2024, as variações haviam sido de 7,60% e 3,88%, respectivamente. Considerando os índices regionais, Vitória registrou a maior variação acumulada (4,82%), impulsionada pela alta da energia elétrica residencial (17,65%) e do aluguel residencial (9,06%).

*Reportagem em atualização

Com informações do G1

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