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12 de março de 2026

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Inflação oficial registra alta para 0,56% em outubro, revela IBGE

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, subiu para 0,56% em outubro deste ano, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (8). O valor ficou acima dos 0,44% registrados em setembro e dos 0,24% de outubro de 2023.

Inflação acumulada em 12 meses supera meta do CMN

Com o aumento, o IPCA acumulou alta de 4,76% nos últimos 12 meses, superando o teto da meta de 4,5% estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Desde janeiro, a inflação acumulada foi de 3,88%.

Principais causas: energia elétrica e alimentos

Dois grupos foram responsáveis pelo aumento em outubro:

  • Habitação: alta de 1,49%, impulsionada pelo aumento de 4,74% no custo da energia elétrica, devido à bandeira tarifária vermelha 2, que foi aplicada a partir de 1º de outubro.

“Vamos deixar de ter uma cobrança de R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos para R$ 1,88 com a bandeira amarela, o que traz alívio na conta de energia”, explicou André Almeida, pesquisador do IBGE.

  • Alimentação e bebidas: os preços subiram 1,06%, puxados pelo aumento de 5,81% nas carnes, com destaque para acém (9,09%), costela (7,40%), contrafilé (6,07%) e alcatra (5,79%). O tomate (9,82%) e o café moído (4,01%) também apresentaram altas significativas.

Razões para a alta nas carnes

Segundo Almeida, a carne acumulou alta de 8,95% desde setembro, resultado de fatores climáticos e da redução da oferta de animais.

“Tivemos uma seca intensa, que afetou a produção e diminuiu a oferta de animais. Além disso, a alta nas exportações e a menor disponibilidade para o mercado interno influenciaram essa alta nos preços”, explicou o pesquisador.

Transportes apresentam deflação

O grupo transportes foi o único a registrar queda nos preços, com deflação de -0,38% em outubro. Os destaques foram:

  • Passagens aéreas: -11,50%
  • Trem: -4,80%
  • Metrô: -4,63%
  • Ônibus urbano: -3,51%
  • Etanol: -0,56%
  • Óleo diesel: -0,20%
  • Gasolina: -0,13%

Esses recuos contribuíram para suavizar o impacto da inflação nos demais setores.

 

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