Informação é com a gente!

26 de janeiro de 2026

Informação é com a gente!

26 de janeiro de 2026

Indicações Geográficas impulsionam economia e sustentabilidade no Pará

peixe-post-madeirao
peixe-post-madeirao

Últimas notícias

12/01/2026
Edital de convocação: ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE QUEIROZ ALMEIDA
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
12/12/2025
Publicação legal: Edital de convocação
12/12/2025
Publicação legal: Termo de adjudicação e homologação
02/12/2025
Asprocinco: Comunicado de recebimento de recurso e publicação
02/12/2025
Asprocinco: Comunicado de recebimento de recurso e publicação
08/10/2025
Aviso de licitação: Pregão eletrônico – licitação n. 90011/2025 – menor preço global
02/10/2025
Publicação legal: Termo de Homologação – Pregào 9009/2025
01/10/2025
Termo de Anulação – Processo Administrativo nº: 72868/2024

A Universidade do Estado do Pará (Uepa) apresentou, durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), um estudo que mostra como as Indicações Geográficas (IGs) e as marcas coletivas podem ser ferramentas importantes para o desenvolvimento sustentável do estado.

O painel, realizado no Pavilhão Pará, dentro da Green Zone da COP30, destacou os resultados do Laboratório de Análise e Pesquisas Territoriais Estratégicas da Amazônia (Lapet). A pesquisa foca em como a valorização da origem dos produtos pode fortalecer a bioeconomia e os territórios paraenses.

Para o professor responsável pelo estudo, Valente, reconhecer a origem dos produtos é fundamental para que eles se destaquem no mercado e para a preservação da cultura local. “Esses instrumentos são reconhecidos mundialmente, e todos os países estão correndo para proteger seus produtos. Nós, paraenses, também precisamos proteger aqueles com grande potencial, como o açaí, o cacau e a pimenta-do-reino”, explica.

Ele ressalta que o governo do Pará tem um papel importante nesse processo, especialmente com o novo Programa Estadual de Indicação Geográfica. “O importante é que o governo, por meio de políticas públicas, fomente não apenas as IGs e marcas já consolidadas, mas também incentive a criação de novas. Elas são instrumentos de proteção desses produtos e, acima de tudo, de desenvolvimento territorial”, afirma.

O estudo também aponta que muitos dos produtos beneficiados pelas IGs são originários da agricultura familiar e seguem princípios de sustentabilidade. Isso representa uma oportunidade para o Pará promover um desenvolvimento econômico que respeite o meio ambiente e valorize os produtores locais.

As Indicações Geográficas, portanto, surgem como uma estratégia para impulsionar a economia local e reforçar o papel do Pará na discussão global sobre a bioeconomia, mostrando um caminho para um futuro mais sustentável e próspero.

*Com informações da Agência Pará e UEPA

Página inicial / Economia / Indicações Geográficas impulsionam economia e sustentabilidade no Pará