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10 de fevereiro de 2026

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IA gera música falsa atribuída a Adele e outros artistas

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A inteligência artificial (IA) tem sido utilizada para simular as vozes de artistas famosos, gerando músicas que são atribuídas a eles indevidamente. Um exemplo recente é a criação de uma música em homenagem ao ativista conservador Charlie Kirk, que foi divulgada no YouTube e creditada à cantora Adele, embora ela não tenha envolvimento na produção.

Uso da IA e a questão da autenticidade

A prática de utilizar IA para imitar vozes de artistas tem se tornado cada vez mais comum, com exemplos semelhantes envolvendo Ed Sheeran e Justin Bieber. Apesar da qualidade nem sempre ser perfeita, muitos internautas acreditam na autenticidade desses conteúdos, demonstrando interesse e compartilhando-os amplamente.

Alex Mahadevan, do instituto Poynter, expressou preocupação com a mudança na qualidade da internet, afirmando que ela está sendo preenchida por “conteúdos medíocres criados por golpistas que buscam ganhar dinheiro”.

Políticas e regulamentação

O YouTube exige que os criadores divulguem o uso de IA em suas publicações, mas essa informação geralmente está escondida na descrição do vídeo e pode passar despercebida. Um novo grupo gerado por IA, The Velvet Sundown, lançou álbuns e acumulou mais de 200 mil ouvintes no Spotify, descrevendo-se como “nem totalmente humano, nem totalmente máquina”.

Essa situação levanta questões sobre a proteção de direitos autorais relacionados a vozes e imagens. Mahadevan defende que a imagem de uma pessoa deve ser protegida contra a reprodução em ferramentas de IA.

Lucas Hansen, da ONG CivAI, acredita que uma proibição total é improvável, mas espera restrições no âmbito comercial. Ele também aponta que as leis atuais são menos rigorosas em relação a conteúdos não monetizados.

Ações judiciais e protestos de artistas

Em junho, a Recording Industry Association of America anunciou que as principais gravadoras processaram dois geradores de música com IA, incluindo o Suno, por violação de direitos autorais. No ano passado, mais de 200 artistas, como Katy Perry e Nicki Minaj, assinaram uma carta aberta pedindo aos desenvolvedores de IA e às plataformas tecnológicas que protegessem seus trabalhos e garantissem uma remuneração justa.

Os artistas expressaram sua preocupação com o uso indevido da IA que “rouba a voz e a imagem dos artistas profissionais, viola os direitos dos criadores e destrói o ecossistema musical”.

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