O governo e a cúpula do Congresso Nacional fecharam, nesta sexta-feira (12), um acordo para fazer avançar a prorrogação do auxílio emergencial. Após uma reunião, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmaram que o benefício será viabilizado por meio de uma “cláusula de calamidade” a ser incluída em medidas de ajuste fiscal. “Nessa reunião externamos ao ministro Guedes e ao ministro (da Secretaria de Governo, Eduardo) Ramos o que é o desejo e expectativa do Congresso em relação a esse momento. A prioridade absoluta é vacina e auxílio emergencial, que só deixarão de ser prioridade quando a pandemia acabar”.
Pacheco disse que o Congresso deve contribuir para as medidas e citou um cronograma de reformas, incluindo a tributária. O presidente do Senado adiantou que a primeira parcela do auxílio deverá ser paga em março.
“Há uma expectativa do Congresso, que é da sociedade, de que seja aprovado o auxílio. Que seja um auxílio suficiente para alcançar o maior número de pessoas com a responsabilidade fiscal que é preciso ter no Brasil. A expectativa é que possamos ter (o auxílio) no mês de março, abril, maio e eventualmente em junho”, disse o presidente do Senado. (Portal Holanda)










