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25 de janeiro de 2026

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FMI aumenta previsão global para 2026, mas diminui a do Brasil

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FMI revisa para cima a projeção de crescimento da economia mundial em 2026, mas reduz a estimativa para o Brasil, impactada pela alta dos juros

O Fundo Monetário Internacional (FMI) ajustou sua previsão de crescimento para a economia global em 2026, elevando-a para 3,3%. Este número representa o mesmo ritmo de crescimento esperado para 2025 e é 0,2 ponto percentual superior à estimativa anterior. O FMI atribui essa melhora principalmente ao aumento dos investimentos em tecnologia, com destaque para a inteligência artificial (IA).

De acordo com o Fundo, esses investimentos têm sido cruciais para compensar os efeitos negativos das tensões comerciais e das tarifas impostas ao longo de 2025. No entanto, o FMI alerta que esse crescimento está concentrado em poucos setores e regiões, tornando a economia global mais vulnerável a choques. América do Norte e Ásia são as áreas que mais se beneficiam do avanço tecnológico.

Na América Latina, o cenário é menos otimista. A região deve crescer 2,2%, uma leve queda em relação à previsão anterior. O FMI observa que, embora as economias da região tenham se adaptado às disputas comerciais, a instabilidade nas regras do comércio internacional ainda representa um risco. Nos Estados Unidos, acordos pontuais, incluindo uma trégua temporária com a China, ajudaram a reduzir as tensões após a retomada das tarifas impostas pelo ex-presidente Donald Trump.

Apesar disso, o FMI ressalta que a incerteza sobre a política comercial permanece alta e pode afetar os mercados e os investimentos. A inflação global, por outro lado, deve desacelerar, passando de 4,1% em 2025 para 3,8% em 2026. O Fundo também adverte sobre os riscos associados à inteligência artificial, alertando que, caso as expectativas de lucros e ganhos de produtividade não se concretizem, pode haver correções nos mercados financeiros, atualmente impulsionados pelo otimismo em relação à tecnologia.

Enquanto os Estados Unidos avançam com investimentos significativos em IA, outras economias desenvolvidas estão ficando para trás. O FMI projeta um crescimento de 2,4% para os EUA em 2026, em contraste com 1,3% na zona do euro e um ritmo mais lento no Japão. China e Índia continuam a apresentar um crescimento relativamente sólido entre os países emergentes.

No caso do Brasil, o FMI reduziu a previsão de crescimento para 2026 para 1,6%, uma queda de 0,3 ponto percentual em relação à estimativa anterior. O principal motivo apontado é a política de juros altos adotada para conter a inflação. 🔎“Atualmente em 15% ao ano – maior patamar em quase 20 anos, a taxa básica de juros da economia é o principal instrumento do Banco Central (BC) do Brasil para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.” Para 2025, a projeção foi levemente revisada para cima, passando de 2,4% para 2,5%, e para 2027, o crescimento esperado subiu para 2,3%. O FMI avalia que o Brasil ainda sente os efeitos do aperto monetário, o que limita a expansão da economia no curto prazo, apesar de alguma melhora prevista para os próximos anos.

Com informações do G1

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