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17 de março de 2026

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Facção criminosa usava ‘lojinhas’ e ‘escolinha’ em RO; 18 presos

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Operação da Polícia Civil desmantela esquema de facção criminosa em Rondônia, com prisões e bloqueio de bens

Uma operação da Polícia Civil realizada na manhã desta quinta-feira (18) desmantelou uma facção criminosa que atuava em Espigão D’Oeste (RO). As investigações revelaram que o grupo utilizava dois métodos principais para sustentar suas atividades: as chamadas “lojinhas” e a “escolinha”.

De acordo com a polícia, as “lojinhas” funcionavam como pontos de venda de drogas espalhados pela cidade. Integrantes da facção comercializavam entorpecentes e eram obrigados a repassar uma parte dos lucros para a liderança da organização.

A “escolinha”, por sua vez, era um núcleo dedicado ao treinamento e doutrinação de novos membros. Nesse local, os recrutas recebiam orientações sobre como agir dentro da facção, aprendiam as regras internas, disciplina, hierarquia e até mesmo instruções sobre a execução de crimes. Como disse a polícia, a “escolinha” era onde os integrantes recebiam orientações sobre como agir dentro da facção, aprendiam regras internas, disciplina, hierarquia e até instruções sobre práticas criminosas.

A operação, denominada Descarrilho, cumpriu 18 mandados de prisão, 10 mandados de busca e apreensão e 28 medidas cautelares. Além disso, a Justiça determinou o bloqueio de bens da organização. As ações ocorreram em Espigão D’Oeste, Ji-Paraná, Pimenta Bueno, Vilhena e até no Rio de Janeiro.

A Operação Descarrilho integra a Rede Nacional de Combate ao Crime Organizado (RENORCRIM), do Ministério da Justiça. Somando as três fases já realizadas, a operação resultou na prisão de 87 pessoas, no cumprimento de 162 mandados de busca e apreensão e no bloqueio de patrimônio que ultrapassa R$ 26,5 milhões.

As autoridades continuam investigando para identificar todos os envolvidos e desmantelar completamente a estrutura da facção criminosa. A expectativa é que a operação cause um impacto significativo na segurança pública da região.

Com informações do G1

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