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04 de fevereiro de 2026

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Exercício físico é aliado no tratamento do transtorno bipolar

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Fazer atividade física com frequência traz muito mais do que vantagens ao corpo: pode ser um apoio importante em tratamentos de questões mentais, a exemplo do transtorno bipolar. Segundo Vitor Bressy, profissional de educação física e preparador físico do Programa de Tratamento do Transtorno Bipolar da Holiste Psiquiatria, o exercício auxilia diretamente no controle do humor, impulsionando a produção de substâncias como serotonina, dopamina e endorfina — elementos que beneficiam o sono, a memória, o raciocínio, o estresse e o bem-estar.

“O corpo em movimento afeta várias funções do cérebro. Em uma terapia que envolve várias áreas, ele é uma ferramenta que soma muito à saúde mental”, explica o especialista.

Vitor informa que não existe um tipo de exercício perfeito que sirva para todos os que possuem bipolaridade. O exercício deve ser escolhido conforme o que a pessoa gosta e com suas condições físicas, para que ela siga praticando. “É muito importante ajustar o exercício ao que cada um pode fazer, principalmente quando a doença é mais forte”, explica.

Nas fases de depressão, os exercícios ajudam a aumentar os níveis de neurotransmissores, causando falta de vontade e tristeza. Já nas fases de mania, podem ajudar a criar uma rotina, ajudando a controlar os impulsos. Mas é preciso ter cuidado: “Na mania, exercícios muito pesados e longos podem aumentar a alegria exagerada e a superar, e não são recomendados”, alerta o educador físico.

É sempre bom ter a orientação de profissionais de saúde mental e física, para que o cuidado seja completo e adequado a cada pessoa com transtorno bipolar. “O exercício não é apenas uma atividade física, é também uma forma de terapia que pode mudar como uma pessoa lida com o que tem”, finaliza.

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