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04 de março de 2026

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Ex-primeira-dama da Coreia do Sul é condenada por suborno

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Kim Keon Hee, ex-primeira-dama da Coreia do Sul, foi condenada por aceitar subornos. Marido, ex-presidente Yoon Suk Yeol, também está preso

A ex-primeira-dama da Coreia do Sul, Kim Keon Hee, foi condenada nesta quarta-feira (28) por aceitar subornos, recebendo uma pena de um ano e oito meses de prisão. O tribunal a absolveu, no entanto, de acusações de manipulação de ações e violação da lei de financiamento público.

A defesa de Kim já anunciou que irá recorrer da decisão. A ex-primeira-dama foi presa em agosto de 2025 sob acusações de fraude no mercado financeiro, suborno e tráfico de influência. Ela é casada com o ex-presidente Yoon Suk Yeol, que permanece preso desde julho do mesmo ano.

Com a prisão, Kim Keon Hee se tornou a primeira esposa de um presidente ou ex-presidente a ser detida na Coreia do Sul. Yoon Suk Yeol sofreu impeachment em dezembro de 2024 após tentar decretar lei marcial, em um movimento considerado uma tentativa de autogolpe. Em janeiro deste ano, ele foi condenado a cinco anos de prisão por crimes de obstrução da justiça.

As acusações contra Yoon incluíram não seguir o devido processo legal antes de declarar a lei marcial, fabricar um documento oficial relacionado à declaração, impedir investigadores de prendê-lo – escondendo-se na residência oficial com proteção de sua guarda pessoal – e destruir possíveis provas criminais ao ordenar a eliminação de registros telefônicos oficiais. O ex-presidente ainda enfrenta sete processos separados, incluindo um por insurreição que pode resultar em pena de morte. A defesa de Yoon também pretende recorrer da decisão.

Kim Keon Hee, especialista em artes visuais e fundadora de uma agência de curadoria, foi alvo de diversos escândalos antes e depois da eleição de seu marido em 2022. Suas polêmicas, em diversos momentos, ofuscaram a presidência já conturbada de Yoon. Suas escolhas de vestuário e sua atuação nos bastidores do poder, incluindo a defesa da proibição do consumo de carne de cachorro, contribuíram para sua imagem controversa em um país onde se espera que a primeira-dama adote um perfil mais reservado.

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Com informações do G1

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