Informação é com a gente!

15 de março de 2026

Informação é com a gente!

15 de março de 2026

“Espero que esse decreto de calamidade pública não esteja sendo usado para fazer rolo”, aponta Laerte Gomes

peixe-post-madeirao
peixe-post-madeirao

Últimas notícias

03/03/2026
Publicação legal: Comunicado de retificação de edital pregão eletrônico Nº 90000/2026
03/03/2026
Publicação legal: Aviso de Licitação Nº1/2026 – IPAM-GAB/IPAM-SCL
23/02/2026
Publicação legal: Aviso de Licitação Nº1/2026 – Ipam-Gab/Ipam-SCL
09/02/2026
Publicação legal: Pedido de Renovação da Licença de Operação
12/01/2026
Edital de convocação: ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE QUEIROZ ALMEIDA
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
12/12/2025
Publicação legal: Edital de convocação
12/12/2025
Publicação legal: Termo de adjudicação e homologação
02/12/2025
Asprocinco: Comunicado de recebimento de recurso e publicação

Um vídeo que está dando o que falar nas redes sociais contém o pronunciamento do presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB). Na reunião realizada no plenário do Poder Legislativo com o secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo, Laerte cobrou explicações sobre o contrato para pagar R$ 187 mil por mês pelo aluguel de uma ambulância UTI móvel.

“Espero que esse decreto de calamidade pública não esteja sendo usado para fazer rolo”, disse o parlamentar. Ele explicou, ainda, que o contrato prevê o aluguel de três ambulâncias, sendo R$ 187 mil para cada uma. Por fim, Laerte Gomes disse que Fernando Máximo corre o risco de ser preso, se contratos assim se concretizarem.

O parlamentar disse que uma UTI móvel custa entre R$ 230 a R$ 240 mil, por isso é inadmissível que seja pago de aluguel R$ 187.973,31. “A empresa que supostamente teria ganhado isso aí tem capital social de R$ 15 mil. Se forem ver as fotos da sede, o (deputado) Dr. Neidson (PMN) nos repassou, é de se assustar”, prosseguiu.

Pagamentos

Os técnicos da Sesau que acompanhavam Fernando Máximo disseram que, no caso, são gastos R$ 100 mil para pagar médicos, R$ 25 mil para pagar enfermeiros e mais R$ 12,5 mil para os técnicos, isso em se tratando de cada ambulância. 

Execução

Laerte Gomes disse, então, que conversou com um empresário que atende a prefeitura de Ji-Paraná com UTI móvel. O pagamento é feito por execução de trabalho. “Se for pagar como se estivesse à disposição 24 horas por dia fica muito caro. Que seja pago por quilômetro rodado”, solicitou.

Ele sugeriu o cancelamento do contrato da UTI móvel, lembrando que a prefeitura de Ji-Paraná paga R$ 5 mil por viagem até Porto Velho. “Nesse momento em que foi dada uma carta branca ao governo, os deputados precisam exercer a fiscalização”, afirmou.

Página inicial / Política / “Espero que esse decreto de calamidade pública não esteja sendo usado para fazer rolo”, aponta Laerte Gomes