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26 de fevereiro de 2026

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‘Esconder nossas necessidades não é solução’: mães relatam experiências da maternidade atípica em RO

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Entender a jornada da maternidade é complexo, e para mães de crianças atípicas, os desafios podem ser ainda maiores. Três mulheres de Rondônia compartilham suas histórias de coragem em busca de uma sociedade mais inclusiva para seus filhos.

Conheça as Histórias de:

  • Ingrid Braz, mãe de Sthefany Aparecida, que lutou por adequações no horário de trabalho para policiais militares e bombeiros;
  • Eliane Guatel, mãe de Maria Eduarda, autista, enfrentando dificuldades na educação de sua filha;
  • Milene Barreto, mãe de Miguel, também autista, equilibrando trabalho e cuidados com os filhos.

 

Ingrid Braz, 41 anos, é Policial Militar e mãe de Sthefany Aparecida, que tem Paralisia Cerebral. Ela enfrentou a difícil tarefa de conciliar a rotina de trabalho com os cuidados maternos. Ingrid lutou durante anos para garantir adequações no horário de trabalho para policiais e bombeiros pais de crianças com deficiência. Em sua batalha por direitos, ressaltou: “Esconder nossas necessidades não é solução”. Finalmente, em 2022, ela e um grupo de policiais conquistaram a expansão da lei para categorias militares.

Ingrid (mãe, à esquerda) e Sthefany (filha, à direita). — Foto: Ingrid/Arquivo Pessoal
Ingrid (mãe, à esquerda) e Sthefany (filha, à direita). — Foto: Ingrid/Arquivo Pessoal

 

Eliane Guatel, 37 anos, é mãe de Maria Eduarda, autista nível de suporte 3. Além de cuidar do lar, ela é empreendedora. Eliane enfrenta desafios na educação de Maria Eduarda, especialmente na obtenção de apoio na rede pública de educação e saúde. “Essa questão educacional é um verdadeiro sofrimento”, compartilha. Apesar dos obstáculos, ela se declara uma mãe de excelência: “Entendi que sou uma mãe de excelência, sempre dei o meu melhor e sei do meu comprometimento diante de tudo”.

Eliane Guatel (mãe, à direita) e Maria Eduarda (filha, à esquerda). — Foto: Eliane Guatel/Arquivo Pessoal
Eliane Guatel (mãe, à direita) e Maria Eduarda (filha, à esquerda). — Foto: Eliane Guatel/Arquivo Pessoal

 

Milene Barreto é servidora pública estadual e mãe de Miguel Barreto, 6 anos, autista nível de suporte 3, além de outro filho. Ela enfrenta a difícil tarefa de dividir a vida entre o trabalho e os cuidados com os filhos. “Por eu ter que exercer as outras funções, que seriam do poder público, do pai, da escola, eu tenho que fazer todas essas funções e acabo me desgastando demais”, desabafa. Para acompanhar o filho, Milene foi trabalhar no colégio do filho e tornou-se sua cuidadora.

Milene (mãe) e Miguel (filho) — Foto: Milene/Arquivo Pessoal
Milene (mãe) e Miguel (filho) — Foto: Milene/Arquivo Pessoal

 

Abordando a Diversidade

O termo “atípico” reconhece a singularidade de cada criança, que pode apresentar uma ampla gama de características e necessidades. Essas crianças incluem aquelas com TEA, TDAH, Dislexia e outros diagnósticos.

A psicóloga Brenda Sabrina ressalta a importância de compreender e apoiar as famílias atípicas, combatendo estigmas e equívocos. Mães atípicas frequentemente enfrentam julgamentos e estigmas sociais, destacando a necessidade de apoio e compreensão.

 

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