Por Jose Sidney Andrade dos Santos
Em meio a um ano turbulento, marcado por escândalos que abalam as fundações da nossa nação, é hora de erguer a voz e dizer: Acorda, Brasil! Não podemos mais ficar inertes diante da avalanche de corrupção que assola o país, corroendo instituições e dilapidando o futuro de gerações. Este é um chamado urgente para que o povo brasileiro se manifeste, saia às ruas e exija justiça, transparência e o fim da impunidade que reina em Brasília e além.
Vamos aos fatos que nos levam a este ponto de ebulição. Ao longo de 2025 e agora em 2026, assistimos a uma série de revelações chocantes. O escândalo do Banco Master, por exemplo, expôs uma rede intrincada de irregularidades financeiras, com ligações diretas a políticos, juízes e figurões do mercado. A Polícia Federal deflagrou operações como a “Barco de Papel”, investigando aportes bilionários de fundos de previdência em ativos suspeitos, colocando em risco as aposentadorias de servidores públicos. Crimes como gestão fraudulenta, desvio de recursos e corrupção passiva estão no cerne dessa trama, que envolve nomes influentes e pressiona até o Supremo Tribunal Federal (STF), cuja reputação foi abalada por conexões questionáveis com o banco. Como podemos aceitar que uma instituição financeira opere sob o manto da impunidade, enquanto o povo sofre as consequências?
E o que dizer do STF? Uma corte que deveria ser o baluarte da justiça, mas que tem sido acusada de parcialidade e conluio com o poder. O caso Banco Master reforça a percepção de que há falta de imparcialidade, com laços entre ministros e envolvidos no escândalo. Decisões controversas, prisões seletivas e uma aparente blindagem a aliados políticos minam a confiança no Judiciário. É um STF que, em vez de proteger a Constituição, parece servir a interesses particulares. Acorda, Brasil! Não podemos permitir que a mais alta corte do país se torne sinônimo de corrupção.
Não para por aí. O governo Lula tem sido palco de acusações recorrentes de desvios e roubalheiras em escala monumental. De esquemas antigos como o Mensalão e o Petrolão, que voltam a ecoar em novas investigações, a alegações de que recursos públicos são drenados “aos montes” para fins pessoais ou partidários. Enquanto o povo luta com inflação, desemprego e insegurança, os cofres públicos parecem ser tratados como um poço sem fundo para os poderosos. É inaceitável que, após anos de promessas de mudança, vejamos o retorno de práticas nefastas que tanto custaram ao Brasil.
Este chamado não é novo, mas ganha força com iniciativas inspiradoras como a Caminhada pela Liberdade, liderada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). Iniciada em Paracatu (MG) no dia 19 de janeiro de 2026, essa marcha a pé rumo a Brasília já percorreu mais de 150 quilômetros em seu quinto dia, reunindo centenas de patriotas em protesto contra as perseguições aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro e a condenação de Jair Bolsonaro. “Acorda, Brasil!” é o mote dessa caminhada, um grito de alerta que ecoa pelas rodovias, unindo vozes em defesa da liberdade e da justiça. Nikolas e seus companheiros enfrentam sol, chuva e provocações, mas seguem firmes, provando que a mobilização popular é a chave para mudar o rumo do país.
Inspirados nessa energia, convoco todos os brasileiros honestos e patriotas a se juntarem a manifestações pacíficas e ordeiras. Vamos ocupar as praças, as avenidas e as redes sociais com o clamor por reformas profundas: fim da corrupção sistêmica, accountability no STF, investigações imparciais sobre o governo Lula e a liquidação definitiva de instituições como o Banco Master que servem de veículo para fraudes. Não se trata de partidarismo, mas de sobrevivência nacional. O Brasil é nosso, não de uma elite corrupta!
Acorda, Brasil! O tempo de passividade acabou. Manifeste-se, exija mudanças e lute pelo futuro que merecemos. Juntos, podemos restaurar a dignidade e a prosperidade da nossa pátria.












