Informação é com a gente!

26 de janeiro de 2026

Informação é com a gente!

26 de janeiro de 2026

Dois diretores do BC indicados por Bolsonaro deixarão o cargo em 2025

peixe-post-madeirao
peixe-post-madeirao

Últimas notícias

12/01/2026
Edital de convocação: ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE QUEIROZ ALMEIDA
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
12/12/2025
Publicação legal: Edital de convocação
12/12/2025
Publicação legal: Termo de adjudicação e homologação
02/12/2025
Asprocinco: Comunicado de recebimento de recurso e publicação
02/12/2025
Asprocinco: Comunicado de recebimento de recurso e publicação
08/10/2025
Aviso de licitação: Pregão eletrônico – licitação n. 90011/2025 – menor preço global
02/10/2025
Publicação legal: Termo de Homologação – Pregào 9009/2025
01/10/2025
Termo de Anulação – Processo Administrativo nº: 72868/2024

Diretores indicados por Bolsonaro deixarão o Banco Central no fim de 2025, confirmou Galípolo. Mudanças na diretoria já refletem perfil petista

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, confirmou nesta quinta-feira (18) que os diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Diogo Guillen, deixarão seus cargos no fim do ano – quando terminam seus mandatos.

Estes são os últimos integrantes da atual diretoria indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A saída dos diretores marca uma transição completa na composição do BC, que já conta com maioria de nomes indicados pela gestão do presidente Lula desde o início deste ano.

A autonomia do Banco Central, aprovada em 2021, garante mandatos de quatro anos para o presidente e diretores, indicados pelo presidente da República e sujeitos à aprovação do Senado. Apesar da autonomia, críticas do governo à política de juros, antes direcionadas ao ex-presidente Roberto Campos Neto, persistem. “A gente tentou mostrar que essa é uma instituição que tem uma fortaleza institucional, e que a forma como o Copom se comporta tem mais a ver com o arcabouço institucional [missão de perseguir as metas de inflação] do que com qualquer outra coisa”, disse Galípolo a jornalistas.

Com a saída dos diretores bolsonaristas, o próximo Copom (Comitê de Política Monetária) deverá contar com sete dos nove diretores. Os diretores Gilneu Vivan (Regulação) e Paulo Picchetti (Assuntos Internacionais) acumularão funções interinamente até a nomeação de novos membros. Galípolo evitou comentar sobre os futuros indicados, afirmando: “Tenho por orientação não entrar na prerrogativa do presidente [Lula, responsável por indicar os nomes]. Perfil, quando, o presidente vai comunicar isso. Não cabe ao BC falar sobre prerrogativa do presidente. Mesmo que a gente participe [do debate], quem vai falar sobre isso é o presidente”.

Os futuros diretores precisarão ser sabatinados e aprovados pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado e, posteriormente, pelo plenário da Casa. O recesso parlamentar no início de 2026 pode atrasar a composição completa da diretoria do Banco Central.

Com informações do G1

Página inicial / Economia / Dois diretores do BC indicados por Bolsonaro deixarão o cargo em 2025