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13 de março de 2026

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Dengue: UnB e Secretaria de Saúde do DF unem esforços contra Aedes aegypti

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Novas técnicas combatem disseminação do mosquito em região com alta incidência de dengue.

Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e representantes da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (DF) estão em discussões para implementar estudos com tecnologias visando conter a propagação do mosquito Aedes aegypti, vetor de doenças como dengue, zika e chikungunya.

O Distrito Federal enfrenta a maior incidência de dengue do país, com 2.405,6 casos para cada 100 mil habitantes. Em menos de dois meses deste ano, já registrou cerca de 72,6 mil casos, ultrapassando o recorde de todo o ano de 2022.

Uma das estratégias em análise é o uso de estações disseminadoras de larvicidas, que são potes pretos contendo pó de uma substância letal para as larvas do Aedes aegypti. O mosquito, ao entrar em contato com o larvicida, o transporta para criadouros, inclusive os não identificados pelos moradores e autoridades sanitárias.

Segundo Rodrigo Gurgel Gonçalves, biólogo e professor da UnB, essa técnica já foi testada com sucesso em outras cidades brasileiras, reduzindo a infestação do mosquito em até 66%.

Outra abordagem em estudo é a “borrifação residual intradomiciliar”, onde agentes de saúde aplicam inseticida nas paredes dos domicílios para eliminar os mosquitos.

Apesar da alta incidência atual, acredita-se que o pico de casos de dengue em Brasília ocorrerá nos meses de março e abril. Os pesquisadores destacam a infraestrutura urbana como um dos fatores que contribuem para a disseminação da doença.

Um estudo realizado no ano anterior pela UnB na região da Estrutural, uma das áreas com baixos indicadores sociais da cidade, revelou que locais com precárias condições de saneamento e alta aglomeração apresentavam uma quantidade significativamente maior de mosquitos Aedes aegypti, aumentando as chances de transmissão das doenças.

 

 

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