Caso uma dessas barragens se rompa, irá causar destruição ambiental e material e muitas mortes.
O alerta consta do relatório da Agência Nacional de Águas (ANA), que mostra que mais da metade das barragens de Rondônia tem alto potencial de dano.
Em Ariquemes está 5 das 22 barragens que oferecem alto potencial de dano.
Alta Floresta D’Oeste, com quatro e, Itapuã do Oeste, com três, lideram o ranking.
O Governo Federal irá priorizar a fiscalização nas barragens classificadas na Categoria de Risco (CRI) alto ou com Dano Potencial Associado (DPA) alto.
São mais de 3 mil locais, que terão a fiscalização intensificada, depois do rompimento da barragem de rejeitos da Vale, em Brumadinho (MG).
Barragens de grande porte no estado, como as das hidrelétricas Santo Antônio, Jirau e Samuel, são classificadas na categoria de alto dano e não estão imunes a desastres, embora tenham sido classificadas de baixo risco. Duas delas ficam acima da cidade de Porto Velho, região densamente povoada.
A barragem de Samuel, em Candeias do Jamari, tem categoria de risco médio.
Das 35 barragens, 22 são de alto potencial de dano, 4 de médio potencial e 9 de baixo.
A maioria das barragens no estado são de produção de energia elétrica. Mas tem também aquelas que armazenam rejeitos de mineração, dessedentação animal, irrigação, contenção de resíduos industriais e aquicultura.