O curso de Medicina da Afya Centro Universitário Porto Velho recebeu nota 5, conceito máximo atribuído pelo Ministério da Educação (MEC), no processo de renovação do reconhecimento da graduação. A avaliação considerou critérios como projeto pedagógico, qualificação do corpo docente e infraestrutura acadêmica, confirmando a excelência da instituição na formação médica.
Com metodologias inovadoras e estrutura avançada, os estudantes vivenciam a prática médica desde os primeiros semestres, em ambientes que simulam a realidade da profissão. “Esse resultado é uma evidência concreta do nosso compromisso diário com a qualidade do ensino e com a formação de médicos preparados para enfrentar a complexidade do exercício profissional”, destacou o diretor da unidade, André Samora.
A instituição conta com um Centro Integrado de Saúde, um Centro de Simulação Realística e laboratórios modernos, que proporcionam experiências clínicas reais ao longo de toda a graduação. A matriz curricular adota metodologias ativas, que colocam o aluno como protagonista do processo de aprendizagem. “Aqui, o estudante aprende com base na realidade da saúde, sem abrir mão da tecnologia, da ciência e da escuta ativa. O que nos move é a coerência entre teoria e prática”, acrescentou Samora.
O reconhecimento também representa uma conquista para os acadêmicos, que garantem um diploma validado pelos mais altos critérios do ensino superior. Para Porto Velho e municípios vizinhos, a nota máxima reflete a presença de uma instituição que contribui para o desenvolvimento local, com mão de obra qualificada e projetos de impacto social.
“Nossos alunos não aprendem apenas medicina. Eles aprendem responsabilidade, empatia e ética com as comunidades que atendem. Essa vivência transforma tanto quem cuida quanto quem é cuidado”, ressaltou o diretor.
O curso tem duração de 12 semestres e é dividido em três ciclos – Básico, Clínico e Internato –, integrando teoria, prática e vivência hospitalar. Ao concluir a graduação, os estudantes têm acesso a programas de pós-graduação, mentorias e preparação para residência médica, fortalecendo o vínculo com a educação permanente.
“A ciência não para, e nós também não. Oferecemos caminhos para que os profissionais sigam se atualizando, mesmo depois da colação de grau. É um ciclo contínuo de aprendizado e compromisso com a sociedade”, concluiu Samora.











