Corpos de 32 soldados cubanos que protegiam Maduro chegam a Cuba após ação militar dos EUA na Venezuela
Os corpos dos 32 soldados cubanos mortos na Venezuela durante a captura do ex-presidente Nicolás Maduro pelos Estados Unidos chegaram a Cuba nesta quinta-feira (15). A repatriação dos restos mortais ocorre 12 dias após a ação militar americana em território venezuelano.
Os soldados cubanos haviam sido enviados ao país para reforçar a segurança pessoal de Maduro em meio às crescentes ameaças do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A presença militar cubana na Venezuela era um ponto de tensão nas relações bilaterais entre os países e frequentemente criticada por Washington.
A operação americana, que resultou na deposição de Maduro, foi justificada pelo governo dos EUA como uma medida para restaurar a democracia e a estabilidade na Venezuela. A ação foi amplamente condenada pelo governo cubano, que a descreveu como uma violação da soberania venezuelana e uma agressão contra a América Latina.
Detalhes sobre as circunstâncias exatas da morte dos soldados cubanos ainda são escassos. Fontes militares americanas afirmam que os soldados foram mortos em confrontos durante a operação de captura de Maduro, enquanto o governo cubano alega que eles foram executados após a rendição. Uma investigação independente sobre os incidentes foi solicitada pela ONU.
O retorno dos corpos dos soldados cubanos a Cuba marca um momento de luto nacional. O governo cubano decretou três dias de luto em homenagem aos soldados mortos. A repatriação foi realizada com a mediação da Organização das Nações Unidas (ONU) e contou com a colaboração de autoridades venezuelanas e americanas.
A situação na Venezuela permanece instável, com a formação de um governo de transição liderado por figuras da oposição. A comunidade internacional continua a acompanhar de perto os desdobramentos e a pressionar por uma solução pacífica e democrática para a crise.
Até o momento, não houve declarações oficiais de Donald Trump sobre o retorno dos corpos dos soldados cubanos. A Casa Branca emitiu uma nota reafirmando seu compromisso com a estabilidade da região e o apoio à transição democrática na Venezuela.
Com informações do G1










