Empresa busca reestruturação para conter prejuízos e modernizar operações.
Os Correios contratarão um empréstimo de R$ 20 bilhões, aprovado pelo Conselho de Administração. O Tesouro Nacional deve garantir a operação, que depende de aprovação do Ministério da Fazenda. A empresa planeja usar o dinheiro para reverter o quadro de prejuízos e modernizar suas operações.
A expectativa é que R$ 10 bilhões sejam liberados ainda este ano, com os R$ 10 bilhões restantes em 2026. O empréstimo faz parte de um plano de reestruturação que inclui demissão voluntária, fechamento de agências e venda de imóveis. Os Correios acumulam um rombo de R$ 6 bilhões até setembro e projetam um prejuízo recorde de R$ 10 bilhões em 2025.
A direção dos Correios afirma que o empréstimo é essencial para a transição estrutural da empresa. A taxa de juros do empréstimo deve ficar acima de 120% do CDI, considerada alta para operações com garantia do Tesouro. A empresa não detalhou as condições financeiras da operação.









