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25 de fevereiro de 2026

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Conselho de Ética da Câmara segue com processo contra Chiquinho Brazão

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O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados decidiu seguir com o processo que pode cassar o mandato do deputado Chiquinho Brazão, acusado de ser o mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco.

Conduta violenta e ilícitos graves

Por 16 votos a 1, o colegiado entendeu que Brazão cometeu atos de violência política contra Marielle, incluindo “ilícitos penais de altíssima gravidade, classificados como hediondos”.

Prisão e expulsão do partido

Brazão está preso desde março por obstrução de Justiça e foi expulso do União Brasil. O plenário da Câmara já havia aprovado parecer mantendo sua prisão.

Defesa nega envolvimento

A defesa de Brazão pediu o afastamento da relatora por parcialidade, mas o pedido foi negado. Os advogados negam qualquer relação do deputado com milícias e alegam que ele é inocente.

Participação virtual e defesa técnica

Por videoconferência, Brazão alegou inocência e disse que sua área eleitoral inclui bairros dominados tanto por milícias quanto por traficantes. A defesa argumentou pela arquivamento do processo por falta de justa causa.

Denúncia da PGR

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou os irmãos Brazão ao Supremo Tribunal Federal (STF) por homicídio e organização criminosa. A PGR alega que o assassinato teve motivo torpe, foi realizado com emboscada e proteção de interesses econômicos das milícias.

 

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