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24 de fevereiro de 2026

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Conheça cooperativa que recupera áreas degradadas e gera renda para 160 famílias em Porto Velho

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Trabalho desenvolvido pela Coopprojirau movimenta cerca de R$5 milhões. Veja como funciona. Cooperativa de produtores rurais recupera áreas degradadas em Rondônia
Do alto e de longe é possível ver muitos quilômetros de floresta que voltou a vida depois do trabalho de recuperação desenvolvido pela Cooperativa de Produtores Rurais do Observatório Ambiental Jirau (Coopprojirau).
São mais de 241 mil hectares e mais de 30 mil mudas de plantas frutíferas e nativas doadas para entidades por uma cooperativa de Nova Mutum, com sede em um distrito de Porto Velho.
A cooperativa, que existe desde 2011, quanto o distrito foi realocado, foi fundada por produtores rurais de Porto Velho que trabalham há 14 anos com restauração de áreas degradadas e com produção de mudas para reflorestamento.
Coopprojirau
Leiliane Byhain/Rede Amazônica
Na época, a organização iniciou com a coleta de sementes e produção de mudas para auxiliar produtores rurais e atualmente, são cerca de 160 associados e um mercado que movimenta R$5 milhões.
“Atualmente temos 38 viveiros coletivos e individuais ao longo do nosso eixo de atuação. São 160 famílias que estão nesse trabalho”, explica Sandra Vincentini, presidente da Coopprojirau.
Várias famílias participam da atuação da cooperativa em Rondônia
Leiliane Byhain/Rede Amazônica
O processo de restauração de áreas degradadas auxilia a restabelecer o desempenho natural da floresta. Em 2023, foram plantadas 140 hectares em áreas de preservação permanente e realizado o monitoramento em prevenção a queimadas.
“Após fazermos a recuperação, tem o monitoramento do plantio. Dentro dessas parcelas, a gente usa a metodologia implantada pela Embrapa de Brasília, onde fazemos o levantamento das áreas que geram ao final, dados. Fazemos a comparação com os indicadores que são consideradas áreas restauradas”, explica Fagno dos Reis, engenheiro florestal da Coopprojirau.
Outro projeto gerenciado pela cooperativa é a horta hidropônica. Nesse sistema, as plantas são cultivadas em uma solução nutritiva e não no solo. A renda gerada pela hora financia várias iniciativas.
“Hoje temos a produção na hidroponia de alface, rúculas, cebolinha, coentro e no solo, tem a produção daquilo que não conseguimos na hidroponia. Nossa produção é destinada para Nova Mutum, Jaci Paraná e toda hortaliça que é consumida no refeitório da Usina de Jirau sai daqui. A gente consegue comercializar de 100 a 120 quilos de hortaliças por semana e por ano chega entre 14 a 18 toneladas”, explica Amanda Vitória, analista de comunicação.
Cooppjirau
Leiliane Byhain/Rede Amazônica
Além disso, a cooperativa oferta cursos profissionalizantes gratuitos para a população de toda região.
A partir de uma parceria firmada com uma organização de grupo coletores de sementes, foi possível que a produção chegasse em uma escala ainda maior. Por conta disso, ainda em 2024, eles vão ter a própria casa de sementes para armazenamento.
“Temos interesse em novas comunidades, inclusive indígenas que já manifestaram interesse em fazer parte dessa rede de sementes. Estamos muito felizes e em uma fase boa”, disse Sandra.

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