Informação é com a gente!

01 de abril de 2026

Informação é com a gente!

01 de abril de 2026

Comsefaz: Medida do diesel terá impacto de R$ 3,5 bilhões, com R$ 1,75 bi para estados

peixe-post-madeirao
peixe-post-madeirao

Últimas notícias

01/04/2026
Publicação legal: Termo de homologação n° 01 – IPAM-SCL
19/03/2026
Publicação legal: Aviso de dispensa de licitação
03/03/2026
Publicação legal: Comunicado de retificação de edital pregão eletrônico Nº 90000/2026
03/03/2026
Publicação legal: Aviso de Licitação Nº1/2026 – IPAM-GAB/IPAM-SCL
23/02/2026
Publicação legal: Aviso de Licitação Nº1/2026 – Ipam-Gab/Ipam-SCL
09/02/2026
Publicação legal: Pedido de Renovação da Licença de Operação
12/01/2026
Edital de convocação: ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE QUEIROZ ALMEIDA
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
12/12/2025
Publicação legal: Edital de convocação

Diesel mais barato: acordo entre governo e estados terá custo de R$ 3,5 bilhões e busca conter inflação

O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) informou que o acordo com o governo federal para subsidiar o diesel terá um impacto fiscal total estimado entre R$ 3 bilhões e R$ 3,5 bilhões. Desse montante, R$ 1,75 bilhão será custeado pelos estados, enquanto o restante será arcado pela União.

A medida visa garantir um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel – R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual – com o objetivo de proteger o setor produtivo, especialmente o agronegócio, do aumento de preços decorrente das tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

A adesão dos governadores estaduais foi condicionada ao prazo de vigência do acordo. Segundo o presidente do Comsefaz, Flávio César, o esforço só foi viável devido à duração limitada de 60 dias. “A expectativa é que esse período de dois meses seja suficiente para sanar o problema. Uma prorrogação traria consequências muito mais graves para os estados, tendo em vista que os orçamentos já estão todos comprometidos”, alertou.

O acordo foi resultado de uma reunião de mais de seis horas entre os 27 secretários de Fazenda e o Ministério da Fazenda. Inicialmente, o governo federal propôs uma desoneração do ICMS, mas os estados identificaram riscos jurídicos em relação à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e à Lei Complementar 192. A solução encontrada foi o subsídio direto compartilhado, onde União e estados depositam os valores para compor o desconto, evitando alterações na alíquota do imposto. “O nó só foi desatado quando o Ministério da Fazenda aceitou o modelo de subsídio direto compartilhado”, explicou Flávio César.

A urgência da medida também se justifica pelo período de escoamento da safra agrícola. A alta do diesel importado, que pode representar até 40% da receita de combustíveis em alguns estados, ameaçava inviabilizar o frete e gerar um efeito cascata na inflação de alimentos.

Para assegurar que o benefício seja repassado aos consumidores, os estados se comprometeram a intensificar a fiscalização por meio dos Procons, em conjunto com a Agência Nacional do Petróleo (ANP). “O esforço conjunto precisa ter resultado imediato para o consumidor”, reforçou o presidente do Comsefaz.

Com informações do G1

Página inicial / Economia / Comsefaz: Medida do diesel terá impacto de R$ 3,5 bilhões, com R$ 1,75 bi para estados