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18 de março de 2026

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Com demanda interna aquecida, economia cresce 0,3% em maio

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Crescimento anual do PIB atinge 2,4%, diz FGV

A economia do Brasil cresceu 0,3% de abril para maio, impulsionada pelo aquecimento do consumo interno. Em comparação com maio de 2023, a expansão foi de 1,3%, e nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 2,4%. Esses dados são do Monitor do PIB, divulgado nesta terça-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Monitor do PIB funciona como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), que mede todos os bens e serviços produzidos no país em um determinado período.

Juliana Trece, coordenadora da pesquisa, destacou que o consumo das famílias foi um dos principais impulsionadores da economia em maio. “O crescimento econômico em maio, comparado a abril, foi fortemente influenciado pelo desempenho do consumo das famílias, que registrou a maior alta do ano. Os investimentos também cresceram nesse período, revelando uma demanda interna aquecida.”

No entanto, a economista observou que a capacidade produtiva do país não acompanhou a força da demanda interna. “Das três grandes atividades econômicas, apenas a agropecuária cresceu, enquanto a indústria e o setor de serviços permaneceram estáveis.”

Quando a demanda por bens e serviços supera a oferta, ocorre pressão inflacionária. Contudo, Juliana afirmou que o desequilíbrio de maio “foi um acontecimento pontual”. “É um alerta, não um fato consumado. Se esse padrão persistir nos próximos meses, haverá indícios de pressão da demanda sobre a capacidade produtiva, o que pode pressionar a inflação”, explicou.

Comportamentos econômicos

O estudo da FGV analisa os indicadores que compõem o PIB trimestralmente, para melhor compreensão dos dados e evitar “pontos fora da curva”.

No trimestre móvel até maio, o consumo das famílias cresceu 4,6% em relação ao mesmo período de 2023, impulsionado pelo consumo de serviços e produtos não duráveis. Contudo, o estudo indica que essa expansão, embora positiva, é menor que a dos meses anteriores.

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que reflete o nível de investimento, como aquisição de máquinas e equipamentos, registrou um avanço de 4,5% no trimestre móvel em comparação com o mesmo período do ano passado. A taxa de investimento em maio ficou em 18%, ligeiramente acima da média desde 2000 (17,9%).

As exportações cresceram 3,2%, indicando uma redução no ritmo de crescimento, já que no trimestre encerrado em abril a expansão foi de 8,5%. A venda de produtos agropecuários para outros países foi negativa, freando as exportações. As importações cresceram 10,3%, o que não contribui para o aumento do PIB e pode impedir maior crescimento da economia brasileira.

A FGV estima o PIB brasileiro de maio em R$ 4,528 trilhões.

PIB oficial

A prévia da FGV é próxima do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na segunda-feira (15), que apontou crescimento de 0,25% em maio. Os números oficiais do PIB são divulgados trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em junho, o IBGE anunciou que a economia brasileira cresceu 2,5% no primeiro trimestre do ano. O resultado do segundo trimestre será divulgado em 3 de setembro.

 

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