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28 de março de 2026

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Com 200 mortes em 23 dias, abril é o mês com mais óbitos pela Covid-19 no Amapá

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Dados foram contabilizados dos boletins diários do governo estadual. Influência da nova variante e grande demanda por oxigênio e leitos de UTI agravaram casos. Foto de março mostra corpo sendo retirado de Unidade Básica de Saúde em Macapá
Albenir Sousa/Rede Amazônica
No mesmo dia em que superou a marca de 1.500 mortes pela Covid-19, o Amapá registrou outro recorde negativo. Abril, antes mesmo de acabar, é o mês com mais vítimas pela doença desde o início da pandemia.
Dados do boletim informativo do governo do estado, com última atualização na noite de sexta-feira (23), mostram que o quarto mês de 2021 registrou 200 novas mortes desde o dia 31 de março.
Abril superou junho de 2020, que até então era o período com mais registro de óbitos: 195. O G1 contabilizou o total de mortes divulgadas nos boletins sempre entre o 1º e o último dia de cada mês.
Necessariamente nem todos os 200 óbitos ocorreram em abril, alguns estavam em investigação, mas passaram a ser contabilizados neste mês como em decorrência da doença.
Ao todo, até a sexta-feira (23), eram 1.502 mortes por Covid-19, das quais 1.137 apenas na capital Macapá. Os infectados somam 104.109, sendo 76.278 considerados recuperados da doença. Confira os dados do último boletim.
A presença da variante brasileira P1, segundo governo e prefeituras, fez aumentar o atendimento de pacientes que buscam ajuda médica com sintomas mais graves.
“Não temos dúvida que o implemento da nova variante em janeiro acelerou o processo de contaminação e internação, mas com um contexto diferente. Agora temos um público rapidamente atingido e agravado, passa da fase aguda para a internação”, avaliou Dorinaldo Malafaia, chefe da Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS), em entrevista à Rede Amazônica, nesta semana.
Média móvel de mortes e casos de Covid-19 no Amapá
Mortes e casos de coronavírus nos municípios do estado
Confira a taxa de ocupação de leitos clínicos e de UTI
O Amapá passou nas últimas semanas também por índices de lotação nos leitos de UTI que atingiu os 100%, resultando em mortes de pessoas à espera, principalmente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
Desde março, o Amapá sofreu ainda com a ameaça de falta de oxigênio medicinal e de medicamentos para manter pacientes intubados.
A expectativa é que os próximos meses não se tornem novos “abril”, a partir da implementação de medidas de contenção, entre elas, a ampliação da vacinação para novas faixas etárias, ampliação da oferta de leitos de UTI e implantação de usinas produtoras de oxigênio.
“Tudo dependerá de vários fatores, a OMS decretou a Covid-19 como doença endêmica, teremos ela a partir de agora no nosso cotidiano. Depende da vacinação ampla, sobretudo de manter medidas de proteção: uso de máscara, medidas de proteção social, elementos que impedem a replicação viral”, declarou Malafaia.
Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá
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