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13 de março de 2026

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Cofa cria prêmio para quem protege a Amazônia

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O Comitê Orientador do Fundo Amazônia (Cofa) aprovou a criação do Prêmio Fundo Amazônia “Conhecer e Reconhecer”, uma iniciativa para dar mais visibilidade e apoio às ações de proteção da floresta realizadas por povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais da Amazônia Legal.

A ideia é premiar até 25 organizações, selecionando uma por categoria – Povos Indígenas, Quilombolas e Povos e Comunidades Tradicionais – em cada um dos nove estados da Amazônia Legal. O objetivo é fortalecer essas iniciativas, inspirar outras e mostrar que é possível gerar renda preservando a floresta.

Coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Fundo Amazônia já apoiou mais de 650 instituições e centenas de municípios na região. O prêmio é uma nova etapa desse trabalho.

“Povos indígenas e quilombolas e comunidades tradicionais prestam um serviço essencial para a conservação da Amazônia e de sua biodiversidade, o que beneficia todos os brasileiros e brasileiras”, destacou a ministra Marina Silva. Ela ressaltou que a iniciativa valoriza o conhecimento tradicional e a economia sustentável, construindo uma “justiça climática” ao reconhecer quem mais sofre com as mudanças climáticas e menos contribui para elas.

Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, afirmou que o prêmio reforça o compromisso com quem vive e cuida da floresta, gerando conhecimento e soluções que podem inspirar o mundo. Tereza Campello, diretora Socioambiental do BNDES, complementou que o objetivo é ampliar as vozes e fortalecer quem constrói a transição ecológica de baixo para cima.

A Comissão de Seleção do prêmio será formada por representantes de diversos órgãos governamentais (MMA, BNDES, MPI, MIR, Embrapa, Funai, ICMBio) e da sociedade civil (Coiab, Fboms), com participação dos estados da Amazônia Legal.

O prêmio busca não apenas reconhecer, mas também fortalecer as organizações premiadas, transformando suas histórias em exemplos para outras comunidades e influenciando políticas públicas que promovam o desenvolvimento sustentável na Amazônia.

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