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04 de março de 2026

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Chile: Incêndios deixam 16 mortos e 50 mil desalojados

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Tragédia no Chile: incêndios florestais deixam 16 mortos e mais de 50 mil pessoas evacuadas no sul do país

As autoridades chilenas elevaram para 16 o número de mortos e para mais de 50 mil o de evacuados em decorrência dos incêndios florestais que assolam o sul do Chile neste domingo (18). A situação, considerada crítica, afeta principalmente as regiões de Ñuble e Bíobio, localizadas a cerca de 500 km ao sul da capital, Santiago.

O ministro da Segurança, Luis Cordero, informou a jornalistas sobre o aumento do balanço das vítimas e dos desalojados. “Os incêndios deixaram pelo menos 16 mortos e mais de 50.000 pessoas foram evacuadas nas regiões de Ñuble e Bíobio”, declarou o ministro.

A rápida propagação das chamas, impulsionada por altas temperaturas e ventos fortes, tem dificultado o trabalho dos bombeiros e equipes de resgate. A área afetada pelos incêndios é vasta e a destruição é significativa, com relatos de casas, plantações e infraestrutura danificadas ou completamente destruídas.

O governo chileno mobilizou recursos adicionais para combater os incêndios e prestar assistência às vítimas. Além dos bombeiros, militares e voluntários estão envolvidos nas operações de combate às chamas e de apoio à população afetada. Centros de acolhimento foram estabelecidos para receber os desalojados, oferecendo abrigo, alimentação e atendimento médico.

A causa dos incêndios ainda está sendo investigada, mas as autoridades suspeitam que a maioria tenha sido iniciada por atividades humanas, como queimadas ilegais e negligência com fogueiras. A situação climática, com a seca prolongada e as altas temperaturas, contribuiu para a rápida propagação das chamas.

A comunidade internacional tem oferecido apoio ao Chile neste momento difícil. Diversos países se colocaram à disposição para enviar ajuda humanitária e técnica para auxiliar no combate aos incêndios e na recuperação das áreas afetadas.

A tragédia reacende o debate sobre a importância da prevenção de incêndios florestais e da adaptação às mudanças climáticas, que têm aumentado a frequência e a intensidade de eventos climáticos extremos em todo o mundo.

Com informações do G1

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