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29 de novembro de 2025

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Chefes do PCC acusados pelo massacre de Alcaçuz estão no Presídio de Porto Velho

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Quase três anos após oMassacre de Alcaçuz, que aconteceu em janeiro de 2017 no maior presídio do Rio Grande do Norte, a Polícia Civil concluiu o inquérito sobre a matança e anunciou que vai indiciar 74 pessoas por homicídio, entre outros crimes, como destruição do patrimônio público e associação criminosa.

Os investigadores ainda atualizaram o número de mortos, passando de 26 para 27 vítima. As informações foram divulgada nesta sexta-feira (29) por uma comissão de delegados da Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).

A 27ª vítima seria Rodrigo José Leandro dos Santos, mais conhecido como ‘Rodrigo Pantera’. O corpo do homem, no entanto, nunca foi encontrado. A polícia acredita que ele tenha sido destruído e queimado durante a batalha campal que aconteceu dentro do Presídio de Alcaçuz. A polícia tem um vídeo que mostraria presos queimando um corpo e acredita que seja justamente o de Patera.

Segundo o delegado, os investigadores chegaram à conclusão sobre a 27ª morte após ouvir envolvidos nos crimes. Através de partes de corpos encontrados no local, exames de DNA estão sendo realizados para confirmar a versão.

“Na oitiva dos envolvidos, que começou de junho pra cá. Quando a gente ouviu os presos, 400 foram ouvidos, foi que nós tivemos a constatação dessa outra morte”,afirmou.“Nós temos já o nome dele, os familiares, mas a gente precisa da comprovação disso. Então vai depender de exame de DNA que o Itep está realizando”,pontuou.

O massacre começou no dia 14 de janeiro de 2017. Um dia depois, o Instituto Técnico-Científico de Perícia recolheu 26 corpos no local. A 27ª morte teria acontecido depois disso.

Logo após o massacre, cinco detentos foram apontados como chefes doPCC no RNe transferidos de avião para oPresídio Federal de Porto Velho, em Rondônia. Eles foram os primeiros a ser indiciados pelas 26 mortes. São eles:

João Francisco dos Santos, ‘Dão’. Condenado a 39 anos de prisão por ter matado o radialista F. Gomes, em Caicó. É natural de Caicó/RN;

José Cláudio Cândido do Prado, ‘Doni’.Natural de Campo Grande/MS. Condenado a 75 anos de prisão pela prática dos crimes de homicídio, roubo e tráfico de drogas;

Paulo Márcio Rodrigues de Araújo.É preso provisório, ainda não foi condenado. É da cidade de Ipanguaçu/RN;

Tiago de Souza Soares, ‘Decinho’.Natural de Mossoró/RN. Condenado a 38 anos e seis meses de prisão pela prática dos crimes de homicídio e tráfico de drogas;

Paulo da Silva Santos, ‘Paulo Fuzil’.Natural de Linhares/ES.

Segundo o delegado, também foi através dos testemunhos que a Polícia Civil chegou ao total de 74 indiciados pelo massacre. Todos eles deverão responder pelos crimes de: homicídio, associação criminosa, motim e dano ao patrimônio público.

Entre eles, um ainda irá responder por homicídio tentado e três por destruição e vilipêndio de cadáver. Fonte: Urupá 190