No calor da Amazônia, uma cerveja gelada é quase obrigatória. E no Pará, uma das marcas que conquistou o paladar local e expande sua presença pelo país é a Cerpa. Fundada em 1966 pelo alemão Karl Seibel, a cervejaria nasceu às margens da Baía do Guajará, onde ele identificou as condições ideais de pureza da água para a produção de cervejas, aliando isso à expertise das escolas cervejeiras europeias.
Inicialmente focada no mercado regional, a Cerpa construiu uma base sólida de consumidores no Pará e estados vizinhos. A combinação entre o conhecimento técnico de Seibel e os insumos amazônicos resultou em um produto reconhecido pela qualidade, chegando a alcançar 65% de participação no mercado paraense.
Com o tempo, a Cerpa diversificou seu portfólio, incluindo marcas como Tijuca e linhas premium, além de bebidas complementares. Em 2020, a empresa anunciou a expansão para o Sudeste do Brasil, apesar dos desafios logísticos do transporte da produção paraense. Em 2025, firmou uma parceria com a Cervejaria Cidade Imperial para industrializar parte de sua produção em Belém, reforçando a colaboração no setor.

Além da qualidade, a Cerpa se destaca pelo compromisso com a sustentabilidade. Há mais de 30 anos, opera uma estação automatizada de tratamento de efluentes, pioneira na região Norte, e adota práticas de reaproveitamento de subprodutos e preservação da biodiversidade amazônica. A empresa afirma que essas ações reforçam sua responsabilidade socioambiental e seu papel no desenvolvimento sustentável da Amazônia.

Com informações do Portal Amazônia.










