Dados preliminares divulgados pelo Ministério da Saúde e atualizados, no dia 8 deste mês, mostram que de janeiro a dezembro, de 2017, Porto Velho registrou 2.704 casos de malária, em pessoas que não saíram do município, e 3.278 casos, considerando os importados.
Nas áreas especiais que concentram a maior incidência de casos notificados são os assentamentos, com aumento de 64%, áreas indígenas também com aumento de 64%, garimpos com 40%, e áreas rurais que registraram um crescimento de 11% nos índices de notificação.
Superior a 100%
Em pelo menos cinco municípios os índices de aumento no registro de casos de malária chamam a atenção. Em dois o aumento é superior a 100% entre 2017 e 2018. Ariquemes, com 122% e Vilhena, com 124% encabeçam o ranking. Na sequência vem Nova Mamoré, com 78%, Porto Velho, com 30% e Guajará-Mirim, com 24% de crescimento de registros de casos de malária.
Os meses, historicamente, mais críticos são agosto, setembro e outubro.
Mas nem tudo é notícia ruim. Em três municípios houve redução no número de casos da doença. Em Machadinho a redução foi de 52%. Também houve diminuição da doença em Cujubim e Alto Paraíso.