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28 de fevereiro de 2026

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Campanha mostra como vilhenenses devem enfrentar os caramujos

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A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente (Semma) intensifica as ações neste período chuvoso para conter a proliferação de caramujos na cidade. Desta vez, a Prefeitura orienta os moradores a coletarem os caramujos e levarem até o posto de saúde mais próximo para que a Prefeitura realize a incineração.

A captura dos caramujos deve ser feita sempre com luvas ou pá e os caramujos devem ser colocados em duas sacolas plásticas bem fechadas. Assim se evita contaminação. Além disso, não é recomendado pisar nos caramujos ou usar venenos, já que a maneira mais eficiente de eliminá-los é com sal ou cal em um ambiente controlado pela equipe da Prefeitura. Os caramujos não devem ser jogados em rios ou no lixo, visto que isso apenas leva a infestação para outro local.

Paulo Cremasco, técnico em Saúde Pública, responsável pelo setor de Endemias da Semus, explica que a ajuda da sociedade é de extrema importância: “Agora é hora de nos cuidarmos, pois estamos em época de chuva e é preciso eliminar os caramujos que estão nos quintais, dentro das casas. Esse é o papel de cada morador. Os caramujos trazem doenças sérias para as pessoas. A Prefeitura está trabalhando na conscientização, através dos agentes comunitários, para atingirmos o maior número de pessoas”. 

O setor de Endemias recebe em torno de 10 denúncias por semana de locais com infestação de caramujos, bem como faz coletas em espaços públicos. Denúncias podem ser feitas pelo número 3321-4667. A equipe vai até o local e orienta os moradores sobre como coletar o molusco. No caso de terrenos baldios, o setor entra em contato com a Secretaria Municipal de Planejamento (Semplan) para localizar o proprietário. Caso isso não ocorra, a Prefeitura faz a limpeza do terreno e cobra a multa diretamente no IPTU.

DOENÇAS – De acordo com a Semus, com a chegada das chuvas, milhares de caramujos se espalharam pela cidade. O mais comum é o Achatina fulica, o famoso caramujo africano. Quando encontra-se infectado por um parasita, pode transmitir duas doenças diferentes: a estrongiloidíase e a meningite eosinofílica.

A meningite eosinofílica acontece quando o verme chega no sistema nervoso central inflamando as meninges que recobrem o cérebro. Já a estrongiloidíase causa intensa dor abdominal que pode ser confundida com apendicite.

A contaminação com as doenças causadas pelo caramujo podem acontecer ao entrar em contato direto com suas secreções, já que elas estão repletas de parasitas, ou comer alimentos contaminados com estas secreções.

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