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11 de fevereiro de 2026

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Caminhada em Porto Velho marca, nesta quinta-feira, o Dia Nacional da Pessoa com Síndrome de Down

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O grupo Mães de Tesouros, formado por mulheres que tem filhos com a síndrome de down, na capital, irá promover a II caminhada “Ninguem Fica pra traz”, no dia 21 de março, data que se denomina “Dia Nacional da Síndrome de Down” no Brasil.

O evento irá acontecer no Espaço Alternativo, às cinco da tarde, defendendo bandeiras como o Amor, a amizade e a inclusão.

Postagem

Na internet, uma comunidade chamada Maternidade Down, tenta desmistificar conceitos errados dentro do mundo da T21 (síndrome de Down).

Em uma das postagens nas redes sociais, a Maternidade Down diz que “vira e mexe, vemos pais e mães, associando o nascimento de um filho com SD ao luto”.

Segundo o dicionário da língua portuguesa, o primeiro significado da palavra “luto” está relacionado ao “sentimento de tristeza profunda pela morte de alguém”.

“Queremos de fato acabar com essa associação, afinal, não existe morte, e sim nascimento, vida, coraçõezinhos batendo à espera de amor, carinho e cuidado.

Notícia

Sabemos das explosões de sentimentos que acontecem no momento da notícia da T21, como por exemplo; – revolta, medo, incredulidade, culpa, tristeza, estranheza, vergonha, frustração, rejeição, negação, apatia, raiva, inconformismo, entre outros, mas jamais, o sentimento de perda.

Como em uma correnteza d’água, pouco a pouco, esses sentimentos são levados para longe, sem chances de volta, dando espaço para a satisfação de ter um filho que é apenas diferente, como todas as pessoas são, umas das outras.

A Síndrome de Down (T21), é o comprometimento genético mais comum do mundo, e só no Brasil temos aproximadamente meio milhão de pessoas com a síndrome, ainda assim, considerados minorias, erroneamente.

Levando em consideração que junto dessas pessoas, estão Pais, irmãos, avós, tios, primos, professores e terapeutas. Todos na luta por saúde adequada, igualdade, respeito, amor e inclusão.

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