As famílias brasileiras continuam preocupadas com o consumo de produtos que fazem parte dos itens básicos. O comportamento das famílias quanto ao orçamento e planejamento de gastos além da situação de endividamento é importante para medir os efeitos da inflação e dos juros altos, por serem os principais fatores que interferem nas tomadas de decisões.
Neste ano de 2022, a renda familiar se manteve maior do que no ano anterior e o crescimento proporcionou mais vendas. Dessa forma, com mais dinheiro no bolso e com dúvidas sobre o futuro econômico, 26% das pessoas economizaram mais em um fundo de emergência e 16% conseguiram economizar mais para a aposentadoria.
Para o início do ano de 2023, a política econômica precisa priorizar o consumo e para isso é necessário dar confiança para que as pessoas possam comprar mais, consumir mais e assim gerar mais empregos com as vendas crescentes. Conforme o novo governo for se ajustando e as demandas seguirem dentro da normalidade é esperado elevação da confiança, o que gerará maior otimismo no consumo.









