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17 de março de 2026

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Brasil ocupa o terceiro lugar em participação feminina na ciência

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Relatório de agência holandesa revela que, nos últimos 20 anos, o Brasil viu um aumento significativo na presença de mulheres assinando publicações científicas, passando de 38% para 49%. Esses dados colocam o país como o terceiro com maior participação feminina na ciência, entre 18 países e a União Europeia. O relatório da Elsevier-Bori “Em direção à equidade de gênero na pesquisa no Brasil”, divulgado nesta sexta-feira (8), traz essas informações.

A Elsevier, empresa holandesa conhecida por sua atuação na produção de conteúdo científico e técnico, e a Agência Bori, que promove a valorização das evidências científicas por meio de divulgação à imprensa, colaboraram nesse estudo. Os dados revelam que Argentina e Portugal lideram o ranking, com 52% de mulheres como autoras de artigos científicos.

A análise foi realizada com base nos dados da Scopus, fornecidos pela Elsevier, que permite uma análise de gênero binária, ou seja, com um limite específico.

Além disso, o relatório destaca o crescimento da presença feminina na produção científica nas áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, em inglês), que passou de 35% em 2020 para 45% em 2022. No entanto, há uma desaceleração nesse aumento desde 2009-2010.

Apesar desses avanços, ainda existem desafios a serem enfrentados, como o equilíbrio de gênero independente da experiência das pesquisadoras. O relatório aponta uma redução na presença de mulheres à medida que avançam em suas carreiras. Por exemplo, de 2018 a 2022, mulheres com mais de 21 anos de experiência representaram apenas 36% das autorias em publicações.

Outro desafio é a predominância masculina em certas áreas, como matemática (19%), ciência da computação (21%) e engenharia (24%). Em relação a patentes de inovação, os homens continuam a ter uma participação significativamente maior do que as mulheres. Embora haja um aumento na participação feminina quando ambos os sexos são creditados como inventores, ainda há um longo caminho a percorrer para alcançar a igualdade de gênero nesse campo.

 

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