Informação é com a gente!

26 de janeiro de 2026

Informação é com a gente!

26 de janeiro de 2026

BR-319: Pavimentação e os riscos ambientais em debate

peixe-post-madeirao
peixe-post-madeirao

Últimas notícias

12/01/2026
Edital de convocação: ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE QUEIROZ ALMEIDA
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
12/12/2025
Publicação legal: Edital de convocação
12/12/2025
Publicação legal: Termo de adjudicação e homologação
02/12/2025
Asprocinco: Comunicado de recebimento de recurso e publicação
02/12/2025
Asprocinco: Comunicado de recebimento de recurso e publicação
08/10/2025
Aviso de licitação: Pregão eletrônico – licitação n. 90011/2025 – menor preço global
02/10/2025
Publicação legal: Termo de Homologação – Pregào 9009/2025
01/10/2025
Termo de Anulação – Processo Administrativo nº: 72868/2024

A pavimentação da BR-319, rodovia que corta a Amazônia, reacende o debate sobre desenvolvimento e preservação ambiental. O pesquisador Carlos Nobre alertou para a possibilidade de perda de um milhão de hectares de floresta com o asfaltamento, gerando prejuízos bilionários. Contudo, o autor da matéria argumenta que a rodovia já existe desde 1978 e que é possível implementar medidas protetivas, incentivando projetos ambientais sustentáveis e utilizando recursos como o Fundo Amazônia.

O artigo questiona as previsões alarmistas, considerando-as distantes da realidade geopolítica e econômica da região. Para o autor, a construção de rodovias e ferrovias é essencial para o desenvolvimento socioeconômico, conectando regiões remotas e facilitando o comércio, e que algum impacto ambiental é inevitável em qualquer cenário. Ele compara a situação com a de outros países que também enfrentam desafios ambientais ao construir infraestruturas.

A COP30, realizada em Belém do Pará, é mencionada como uma oportunidade perdida para a formulação de planos e projetos concretos de proteção ambiental, com recursos garantidos. A crítica se estende a ambientalistas, considerados exímios críticos, mas carentes de propostas soluções práticas. O autor aponta para a resiliência da natureza, com a recuperação de glaciais e o aumento das chuvas, como evidências de que a destruição catastrófica não é inevitável.

O texto ressalta que o Amazonas possui uma vasta área preservada, com 54,73% de seu território configurando áreas protegidas, incluindo Unidades de Conservação e Terras Indígenas. Além disso, a BR-319 é cercada por uma “barreira verde” de Unidades de Conservação, que visam garantir a proteção do bioma ao longo de sua extensão. A conclusão é que basta a aplicação efetiva dos dispositivos legais para assegurar a preservação da floresta. [[IMG_1]]

Com informações do Portal Amazônia.

Página inicial / Economia / BR-319: Pavimentação e os riscos ambientais em debate