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26 de janeiro de 2026

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BC avalia riscos de ataques cibernéticos ao sistema financeiro

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O Banco Central (BC) considerou nesta quarta-feira (12) que não há um “risco relevante” imediato à estabilidade financeira do país. A avaliação se baseia na capitalização e liquidez confortáveis do sistema, além de provisões consideradas adequadas para o nível de perdas esperadas. Testes de estresse de capital e liquidez também demonstraram a robustez do sistema bancário, conforme detalhado no relatório de estabilidade financeira do primeiro semestre deste ano.

Ataques cibernéticos e preocupações

Apesar do cenário geral, a autoridade monetária manifestou “preocupações concretas” em relação aos incidentes cibernéticos que têm afetado empresas que prestam serviços tecnológicos a instituições financeiras. O BC ressalta que esses eventos podem ter repercussão no sistema financeiro nacional.

“Eventos recentes exigiram conhecimento avançado sobre a operação do sistema financeiro nacional. As táticas, técnicas e procedimentos dos criminosos indicam que esses grupos possuem conhecimento detalhado sobre a operação, organização e processos das instituições atacadas, incluindo aspectos específicos da arquitetura dos sistemas e das atividades desenvolvidas”, informou o BC.

Medidas de segurança reforçadas

Em setembro, após uma série de ataques a instituições financeiras, o BC anunciou medidas para fortalecer a segurança do sistema. Entre elas, estão a redução dos limites de transferência via PIX e TED, a obrigatoriedade de aprovação prévia do BC para a entrada de novas instituições no sistema e a exigência de “certificação técnica” para operar.

Incidentes recentes

No início de setembro, a fintech Monbank informou ter sido alvo de um ataque hacker que resultou no desvio de R$ 4,9 milhões. A instituição afirmou que nenhuma conta de clientes foi comprometida e que R$ 4,7 milhões já foram recuperados. Também em setembro, a Sinqia, empresa que conecta bancos ao sistema PIX, relatou um ataque que ocasionou o desvio de aproximadamente R$ 710 milhões em transações não autorizadas. Em julho, a C&M Software, empresa que presta serviços tecnológicos e conecta instituições financeiras ao BC, comunicou ter sido alvo de um ataque à sua infraestrutura.

Adicionalmente, uma megaoperação realizada no final de agosto para desarticular um esquema criminoso bilionário no setor de combustíveis identificou o uso de ao menos 40 fundos de investimento e diversas fintechs.

Para mais informações sobre segurança no sistema financeiro, consulte a página do Banco Central do Brasil.

Em caso de suspeita de fraude, denuncie ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.

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