Um dos bandidos que sequestrou, agrediu e assaltou o padre Flavio Tartari, no último final de semana em Cuiabá (MT), levou uma surra até sangrar, supostamente de integrantes do Comando Vermelho.
O vídeo circulou na madrugada desta terça feira (03), nos grupos da capital.
O jovem, ainda não identificado, aparece no vídeo durante a noite amordaçado para não gritar, e ajoelhado enquanto outros jovens davam um “corretivo”, que na periferia dos grandes centros urbanos é chamado de “Salve”.
Para o castigo, aparentemente os jovens usavam cordas de Nylon.
Durante toda a gravação, os jovens que castigavam o bandido, falavam o motivo de levar a surra: o sequestro do padre.
No vídeo, os jovens que o surravam dizia para que o criminoso não deitasse, para não apanhar na “cara”, e que nunca mais ele roubaria, principalmente um padre.
“Cala a boca e não deita no chão, porque é para minar sangue; pode bater que é pra ficar daquele jeito; cala a boca, senão você vai apanhar na cara”, dizia um dos jovens ao surrar o suposto bandido que gemia de dor.
Em um dos momentos, um dos jovens que o castigava dizia que o bandido “veio roubar aqui na cidade, justamente um padre que criou e cuidou do irmão do suposto criminoso”.
Consta na ocorrência policial que dois dos sequestradores foram presos ao tentar furar um bloqueio e trocar tiros com a PM em uma estrada que liga barra do Bugres a Jangada neste domingo, 02.
O caso de sequestro e privação de liberdade está sendo investigado pela Polícia Civil. As informações são de que o padre já prestou depoimento e passa bem.
HISTÓRIA EM VILHENA
Padre Flávio morou em Vilhena durante seis anos. Ele chegou à cidade “Clima da Amazônia” em março de 2011, vindo do município de Fraiburgo, do Estado de Santa Catarina e foi pároco da comunidade católica.
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