EUA capturam Nicolás Maduro em operação militar na Venezuela; ataque deixa mortos e feridos, afirma governo venezuelano
O ministro do Interior da Venezuela, Diossado Cabello, afirmou que o ataque realizado pelos Estados Unidos no país no último sábado (3) deixou 100 mortos, incluindo civis. Caracas não havia divulgado anteriormente um número de mortos, mas o Exército publicou uma lista com 23 nomes de militares mortos.
Autoridades venezuelanas relataram que grande parte do contingente de segurança de Maduro foi morta “a sangue frio”. Cuba também informou que 32 integrantes de suas Forças Armadas e de seus serviços de inteligência na Venezuela foram mortos. Além disso, segundo Cabello, a primeira dama, Cilia Flores, sofreu um ferimento na cabeça e Nicolás Maduro uma lesão na perna.
A ação do governo de Donald Trump culminou na captura do presidente Nicolás Maduro, que foi levado a Nova York em um navio de guerra dos Estados Unidos, juntamente com sua esposa. A ofensiva seguiu meses de especulações e operações marítimas próximas à costa venezuelana, atingindo diversos pontos da capital, Caracas.
A pressão sobre Maduro aumentou em agosto, quando os Estados Unidos elevaram para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à sua prisão. Na época, os EUA reforçaram a presença militar no Mar do Caribe, inicialmente justificando a mobilização como parte de esforços para combater o narcotráfico internacional. Posteriormente, autoridades, sob anonimato, indicaram que o objetivo final era a derrubada de Maduro.
De acordo com fontes familiarizadas com o planejamento, a operação, batizada de “Absolute Resolve”, foi meticulosamente preparada ao longo de meses, incluindo ensaios detalhados e a criação de uma réplica do esconderijo de Maduro. A CIA teria mantido uma equipe em solo desde agosto, fornecendo informações cruciais sobre a rotina do presidente, e contando com um informante próximo a Maduro para indicar sua localização exata. Trump acompanhou a operação ao vivo, em seu clube Mar-a-Lago, na Flórida.
O presidente Donald Trump anunciou a missão em sua plataforma Truth Social na madrugada de sábado. A ação surpreendeu, mas demonstra o longo planejamento e a determinação da administração Trump em capturar o líder venezuelano.
Com informações do G1










