A Venezuela foi palco de uma ação militar dos Estados Unidos neste sábado (3), com ataques aéreos e bombardeios em diversas regiões do país. O episódio marca uma escalada no conflito entre as nações e levantou preocupações internacionais.
O presidente Donald Trump anunciou a captura de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, acusados de narcotráfico. Segundo Trump, ambos foram levados para Nova York para enfrentar julgamento e os EUA assumirão a administração interina do país, buscando uma transição “justa e legal”.
Explosões foram registradas em Caracas e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira, com relatos de aeronaves sobrevoando a baixa altitude e danos a infraestruturas militares. A ação gerou condenações imediatas de países vizinhos, como Colômbia e Cuba, que a classificaram como uma agressão inaceitável.
O Brasil, através do presidente Lula, também repudiou os ataques, classificando-os como uma afronta à soberania venezuelana e um precedente perigoso. Lula convocou uma reunião para analisar a situação. Em nota, o secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou preocupação com o uso da força e seus possíveis impactos.
Analistas políticos, como Helso Ribeiro, apontam que o interesse dos EUA na Venezuela pode estar ligado às vastas reservas de petróleo do país. Trump confirmou a intenção de revitalizar a indústria petrolífera venezuelana com investimentos de empresas americanas.

Trump também invocou a Doutrina Monroe, afirmando que a influência americana no Hemisfério Ocidental não será questionada. A situação permanece em desenvolvimento e a comunidade internacional acompanha atentamente os desdobramentos.
Com informações do Portal Amazônia.










