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12 de março de 2026

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Arrecadação federal atinge R$ 226,7 bilhões em novembro, um novo recorde

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Novembro fecha com arrecadação recorde de R$ 226,7 bilhões, impulsionada por novos tributos e juros altos. Veja os detalhes!

A arrecadação do governo federal alcançou R$ 226,7 bilhões em novembro deste ano, conforme dados divulgados pela Receita Federal nesta segunda-feira (22). O valor representa um aumento real de 3,75% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando a arrecadação totalizou R$ 218,5 bilhões (valor corrigido pela inflação).

Este é o maior montante arrecadado em um mês de novembro desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995 – ou seja, em 31 anos. O resultado positivo foi influenciado pelo aumento do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), implementado em meados de maio, e pela taxação das apostas esportivas (bets), que renderam R$ 850 milhões em novembro.

Além disso, o crescimento do Imposto de Renda sobre aplicações financeiras – impulsionado pela alta taxa de juros – e os juros sobre capital próprio também contribuíram para o aumento da arrecadação. No acumulado dos onze primeiros meses do ano, a arrecadação federal somou R$ 2,59 trilhões (sem correção pela inflação). Em valores corrigidos, o total alcançou R$ 2,62 trilhões, um crescimento real de 3,25% em relação ao mesmo período de 2023.

O governo também se beneficiou de outros tributos implementados nos últimos anos, como a tributação de fundos exclusivos (“offshores”), mudanças na tributação de incentivos fiscais estaduais, a retomada da tributação de combustíveis, o imposto sobre encomendas internacionais (“taxa das blusinhas”), a desoneração gradual da folha de pagamentos e o fim de benefícios para o setor de eventos (Perse).

A alta arrecadação é fundamental para o governo tentar zerar o rombo das contas públicas em 2024, meta estabelecida na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025. Existe uma tolerância de 0,25 ponto percentual no arcabouço fiscal, permitindo um déficit de até 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), o que equivale a cerca de R$ 31 bilhões. Adicionalmente, R$ 44,1 bilhões em precatórios são excluídos do cálculo para fins de cumprimento da meta fiscal.

Para 2026, o governo tem uma meta ainda mais ambiciosa: alcançar um superávit primário (saldo positivo nas contas) de aproximadamente R$ 34 bilhões.

Com informações do G1

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