Há um enorme movimento dos partidos do Centrão em torno dos possíveis nomes ao segundo turno. Parte do Centrão quer apoiar Ciro (PDT) e outra parte Bolsonaro (PSL). Por incrível que lhe pareça, caro eleitor, os tucanos liderados por FHC irão de Haddad (PT) para não ter de “engolir o sapo” em apoiar Bolsonaro, em quem tanto bateram.
Fiador da candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência da República, o “centrão” — bloco formado por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade — já discute nos bastidores como será um eventual segundo turno da disputa sem o tucano. Em público, no entanto, seus dirigentes afirmam acreditar em uma “virada” no jogo, nos últimos dias de campanha, e negam essas conversas, embora os céticos do próprio tucanato como FHC já pareceram Geraldo Alckimin.
Pesquisas de intenção de voto divulgadas na semana passada apontam o candidato do PSL Jair Bolsonaro na liderança, seguido do petista Fernando Haddad. No bloco intermediário, Alckmin fica atrás de Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede).
Se Bolsonaro for para o segundo turno, a tendência é que pelo menos o DEM e o PTB apoiem o capitão reformado do Exército. Há uma possibilidade de divisão no DEM, caso Ciro siga para a próxima etapa, ultrapassando o petista. Os três maiores jornais impressos do país (O Globo, Estadão e Folha) apuraram, no entanto, que a metade (tradicionais) do partido prefere fechar com o candidato do PSL, enquanto a outra metade (liberais) vão com Ciro devido a proximidade do pedetista com Agripino Maia (cardeal do DEM) e liderança política no Rio Grande do Norte.
Vamos aguardar os próximos doze dias que ser ao decisivos entre Haddad ou Ciro.
Quem vem para o segundo turno?
Estamos na reta final das eleições. No quesito GOVERNADOR, pela leitura das 7 últimas eleições em Rondônia e comparando o resultado nas urnas e os dados dos institutos de pesquisa à época, apenas nas eleição de 2006 não tivemos o fator surpresa para as eleições ao governo. Em Rondônia, teremos surpresa? Com as novidades de certo e as tendências de um novo jeito em se fazer política sim. É muito provável que os dois colocados para o segundo turno ao governo de Rondônia, um deles seja SURPRESA, como foi na eleição de 2002 que colocou o desconhecido Ivo Cassol do PSDB à época no segundo turno. Cassol aparecia em quarto nas pesquisas até 02.10.2002.
E agora?
Estamos em um novo modelo em se fazer política. É a primeira eleição após todos os escândalos de corrupção, prisão e impeachment. É a primeira eleição que as Redes Sociais passaram a TV no aspecto embate político. Prova disso que Alckimin e Meirelles ambos candidatos à presidência têm o maior tempo de TV e rádio e amargam a cada dia queda entre as pesquisas.
Fator TV × Redes Sociais
Bolsonaro por sua vez, com apenas 8 segundos de TV tem a maior repercussão nas Redes Sociais acompanhado de Haddad que viu crescer absurdamente os acessos a sua página no Face e Istagran nos últimos 10 dias.
Surpresa de novo?
Em 2010, Confúcio Moura também quarto nas pesquisas até 30.09.2014 virou o jogo nas urnas e foi com João Cahulla para o segundo turno, causando um verdadeiro frenesi no jogo eleitoral que dava certo o PT no segundo turno com Cahulla. Em Porto Velho na última eleição de 2016 para a prefeitura, os institutos de pesquisa apontavam Mauro Nazif e Léo Moraes no segundo turno. O fator surpresa apareceu e Hildon Chaves surpreendeu indo para o segundo turno e vencendo o favorito.












